terça-feira, 31 de dezembro de 2013

2014 SERÁ O ANO DA COLHEITA DE QUEM PLANTOU A VERDADE!



O ANO DE 2013 FOI O "ANO DA VERDADE"



É verdade que muitos partiram deixando saudades...


A estes companheiros nossos mais profundos agradecimentos e orações pelos que, não suportando o peso de mentiras, puseram fim à própria vida



Houve mortes que ninguém aceitou como sendo "homicídios seguidos de suicídio"... ESTES CRIMES PRECISAM SER ELUCIDADOS E É IMPRESCINDÍVEL QUE OS MANDANTES PAGUEM PELA DESTRUIÇÃO DE VIDAS! Famílias inteiras foram simplesmente dizimadas, não só pelas mortes, mas pela TRAIÇÃO praticada contra companheiros de farda. Irmãos de farda? não! irMAUS... 



Outros, morreram de desgosto, também sucumbindo mas pedindo sempre que a luta nunca pare. A estes, nosso compromisso de continuar. 



Morreram vários de forma covarde, como covardes são as mortes praticadas contra civis desarmados e sem chance de defesa. A estes nossos sentimentos pelas vidas perdidas por culpa de um Estado manipulador, ausente, criminoso.



Há ainda aqueles que, sofrendo a dor da injustiça, foram golpeados pela mentira que ainda será desmascarada pela VERDADE; a estes prometemos o justo revide, o que é só uma questão de tempo.



Seguindo a linha editorial da BUSCA DA VERDADE, o Blog publicou de tudo sobre os desmandos, desvios, abusos, conluios e acobertamento da verdade. Foi pouco. Era preciso mais.


Os escaninhos onde a VERDADE é escondida precisavam ser vasculhados. Mais do que as denúncias de policiais civis e militares, que colaboraram de forma decisiva para que o Blog possa publicar provas, era preciso desbancar a mentira montada, orquestrada, fatos criminosamente manipulados para que a desonestidade prevalecesse sobre a VERDADE.





Alberto Zacharias TORON: coragem de lutar pelas prerrogativas!



Esperou-se que a Corregedoria, acionada em julho de 2010, ainda no comando que mais elevou os índices de violência policial contra civis, tivesse a responsabilidade de apurar denúncias graves como os GRUPOS DE EXTERMÍNIO, aprofundando os motivos de sua existência: desvios que atingem em cheio a ganância, porque por trás de tudo vem o interesse desmesurado por dinheiro & poder.


Ao invés disso, três anos depois, a Corregedoria continua inerte. Mesmo depois de ser oficiado o comando correcional por um Senador da República.


O comando finge que não tem responsabilidade alguma e não se dispõe sequer a ouvir e receber provas, muito menos a investigar, por medo da VERDADE.


Há fatos que precisam vir à tona e tentar esconder a VERDADE será impossível.


No próximo ano será objetivo do Blog mostrar a VERDADE inclusive sobre os enriquecimentos ilícitos que são pano de fundo dos grupos de extermínio, em menor ou maior grau, apesar das investigações e punições só atingirem os "pequenos". PROVAS estão sendo recebidas, analisadas e distribuídas entre autoridades de variadas instâncias para autoridades nacionais e internacionais sobre CORRUPÇÃO em variados níveis, inclusive NO JUDICIÁRIO MILITAR. Há provas de desvio da judicatura para finalidades pessoais, vindetas, prestígio, autopromoção, corrupção e enriquecimento ilícito. 


Tentar medidas judiciais PARA CENSURAR OU TIRAR O BLOG DO AR, com base em mentiras, só vai produzir NOVOS INDEFERIMENTOS; iguais aos que Juízes verdadeiros e sérios, comprometidos com a própria Judicatura tem proferido.


A prova de como É IMPOSSÍVEL ESCONDER A VERDADE é o e-mail abaixo, quando até a SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA sabe das mentiras e por nada fazer, nem o comando da Corregedoria e mesmo o Comando Geral, afundam todos no mesmo poço da mentira, afogados pela VERDADE, atingindo declarações falsas que foram montadas para enganar até o CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA, que agiu quando a Corregedoria do TRIBUNAL DE JUSTIÇA MILITAR se omitiu.


A mentira montada para ser DECLARADA POR UM SOLDADO PRESSIONADO E SUBMETIDO, começa a dar sinais de que não vai se sustentar, seja aqui, nas instâncias administrativa e judicial, seja em Brasília, no CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA:



"... No telefonema que me foi dado pelo soldado Valdir, fui informando de que ele estava sendo instado a formular denúncias em face da advogada que o assistiu no passado, a Dra. Sandra Aparecida Paulino e Silva, denúncias essas que não condizem com a verdade.  ..."

(Senador Eduardo Matarazzo Suplicy)


Inquéritos, processos administrativos e judiciais de finalidade claramente intimidativa já não surtem o efeito desejado...


Fortalecida sai a Democracia. Fortalecidas serão todas as instituições. TODAS. Inclusive a POLÍCIA MILITAR, MINISTÉRIO PÚBLICO, JUDICIÁRIO, OAB e ainda mais fortalecida a Autora do Blog, porque não mente,  mas fala a VERDADE.


OS MELHORES VOTOS EM FAVOR DA VERDADE – FELIZ 2014 A

TODAS E TODOS OS LEITORES, COLABORADORES, 

ADMIRADORES E DIVULGADORES!


"Se é de batalhas que se vive a vida..." (Raul Seixas)


"Estou vivendo a Vida em grande estilo!"

Sandra Paulino



De: Sen. Eduardo Suplicy [mailto:esuplicy@senado.gov.br
Enviada em: quinta-feira, 5 de dezembro de 2013 10:48
Assunto: Importante - Mensagem do Senador Eduardo Matarazzo Suplicy


A Sua Excelência o Senhor Secretário de Estado
Fernando Grella Vieira
Secretaria de Estado da Segurança Pública – SSP
Governo do Estado de São Paulo

Senhor Secretário,

Ao cumprimentá-lo cordialmente, e conforme contato telefônico realizado há pouco, informo a Vossa Excelência, em conformidade com mensagens eletrônicas que encaminho abaixo, que na noite de ontem recebi um telefonema e três mensagens via celular do soldado da Polícia Militar Valdir de Souza Lima, que estava internado no Hospital Militar, com dores, denunciando ser ameaçado por seus superiores, correndo inclusive risco de vida.
A certa altura da noite encaminhou-me mensagem dizendo que estava sendo transferido, sem roupas, para o 32º BPM. Por volta de meia-noite telefonei para o seu gabinete, e conversei com o senhor Luiz Fernando Galdino, ao qual transmiti essas informações.
Naquela hora recebi, ainda, mensagem da esposa do soldado Valdir, a qual reiterou a situação extremamente preocupante do marido.
No telefonema que me foi dado pelo soldado Valdir, fui informando de que ele estava sendo instado a formular denúncias em face da advogada que o assistiu no passado, a Dra. Sandra Aparecida Paulino e Silva, denúncias essas que não condizem com a verdade.
Por outro lado, a Dra. Sandra Paulino enviou-me mensagem onde relata que, embora tenha remetido correspondência eletrônica à Corregedoria da Polícia Militar solicitando a oportunidade de uma audiência perante o Exmo. Juiz Corregedor para tratar de assunto relativo às ações de grupos de extermínio que envolvem policiais militares, até a presente data não foi atendida.
Na supramencionada mensagem a Dra. Sandra Paulino se queixa de que não há a devida atenção ao assunto por parte dessa Secretaria, apesar de várias vezes ter informado acerca dos atentados sofridos por ela e por seus familiares.
Peço a gentileza, diante de fatos de tamanha relevância, de que V.Exa. possa tomar as devidas providências à respeito das ameaças ao soldado Valdir de Souza Lima, à Dra. Sandra Aparecida Paulino e Silva e seus respectivos familiares.
Antecipadamente grato pela atenção dispensada, na oportunidade renovo votos de elevada e distinta consideração.


Senador Eduardo Matarazzo Suplicy





Assunto: Soldado Valdir
Data: 2013-12-04 22:36

Boa noite Sr Senador Suplicy!

                     Peço desculpas por estar mais uma vez lhe pedindo
ajuda ,porque meu marido mais uma vez esta sendo vitima de perseguição
dentro da Policia Militar. Ele estava internado hoje no Hospital Militar
e mesmo assim esta sendo agora neste momento sendo conduzido para o 32
Batalhão para cumprir 7 dias de detenção sendo impedido de vir para
casa, conforme sei este detenção se refere a uma punição de 11 anos
atrás. Tenho medo pois ele estava internado e mesmo assim esta sendo
levado para o Batalhão. Temo que esteja acontecendo algo pior  como da
outra vez que foi levado para o Romão Gomes. Por favor nos ajude pois
não sei mas o que fazer para impedir que algo pior aconteça. Agradeço
sua atenção e ajuda. Segue abaixo os dados dele:

Valdir de Souza Lima

RE:980797-7

32 Batalhão

Andréa

-------------------------


De: Sandra Paulino [mailto:sandrapaulino@aasp.org.br
Enviada em: terça-feira, 3 de dezembro de 2013 22:10
Para: Sen. Eduardo Suplicy
Cc: 'Eduardo Suplicy'
Assunto: solicitação de audiência com o comando da Corregedoria da PM para tratar da investigação sobre conteúdo mensagem eletrônica datada de 1º de julho de 2010 - corrupção e grupos de extermínio - SOLICITAÇÃO


Prezado Senador Eduardo Matarazzo Suplicy.

Até o momento, três meses depois do envio de e-mail à Corregedoria da PM solicitando agenda para tratar da ação de grupos de extermínio na Polícia Militar, não houve resposta.

Recordo que na mensagem anterior estou reclamando da falta de providências há TRÊS ANOS, quando a corregedoria estava sob o comando do sr. ADMIR GERVÁSIO.

Embora seu ofício enviado ao corregedor Sr. RUI CONEGUNDES na sequência de minha mensagem, nada foi feito no sentido de serem apuradas as denúncias; o que se repete nas demais, a última delas, exibida ainda na principal página do Blog sobre os desvios graves envolvendo o transporte de cargas especiais pela Polícia Rodoviária, em todo o Estado de São Paulo, com evidências graves de pagamento de propina em trechos de competência do 1º e 5ºBPRv-4ªCia (litoral e oeste-gde SP).

Solicito sua ajuda para que as denúncias sobre GRUPOS DE EXTERMÍNIO, sejam encaminhadas à Secretaria Nacional de Segurança Pública e Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, a fim de registrar a necessidade que tenho de ser ouvida, em prol de minha segurança, além de estar, como cidadã e como advogada, disponibilizando provas para que a verdade sobre esses desvios possa ser apurada.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo e o comando da Polícia Militar não tem interesse em ouvir o que tenho a dizer e tampouco o Ministério Público tem interesse nas provas que tenho a apresentar. Prova disso, você e eu sabemos que o Sr. Fernando Grella Vieira, que foi Procurador Geral desde março de 2008 até novembro de 2012, permitiu em 1º de fevereiro de 2012 o arquivamento do Protocolado nº 38.0148.0000007/2012-3, instaurado em 16 de janeiro do mesmo ano. Portanto, apenas 15 dias após ser aberta investigação sobre a lista de pessoas marcadas para morrer, o caso foi arquivado.

Em setembro de 2011, logo após o assassinato do Sd PM JULIO CESAR LIMA DO NASCIMENTO (1º nome da lista) um mês após denunciar envolvimento do Ten Cel PM HENRIQUE DIAS em roubo de cargas e grupos de extermínio na região de Osasco, as denúncias sobre a atuação destes também não foram apuradas pela Polícia Militar; ao contrário, foram negadas, como se inexistentes fossem. O “averiguado” Henrique Dias, conforme consta do I.P. 001/2011 da Delegacia Seccional de Osasco, permanece no comando do 42BPM-Osasco e eventualmente ocupa o comando do CPAM-8, também em Osasco.

A partir de inúmeras publicações no “Blog da Sandra Paulino” desde o assassinato do Soldado Nascimento, diversas foram as manobras de descredibilização/criminalização que suportei, enquanto denunciante mas não se conseguiu ocultar a verdade sobre a existência dos grupos de matadores que existem e agem com desenvoltura como acontece de forma reiterada na região oeste da Grande SP.

Há indícios de acobertamento dessas atividades ilícitas, sendo recorrentes os exemplos como o do comandante do CPAM1, Sr. Álvaro Batista CAMILO em 2008, que prejudicou adoção de providências legais, colaborando com investigação superficial e ensejando encaminhamento de caso envolvendo vários policiais de Embu das Artes em invasão de domicílio, sequestro, ameaças, prisão ilegal e tortura à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, onde tramita o processo 318/2008.

Em fevereiro de 2012 deu-se o arquivamento daquele protocolado que o Ministério Público não investigou e COINCIDENTEMENTE, foi também em fevereiro de 2012 que o então comandante-geral enviou ofício à Secretaria Nacional de Segurança Pública, afirmando que a Corregedoria investigou grupos de extermínio e que eram inexistentes dentro da Corporação, cf. consta de cópia do documento em anexo.

No final de março de 2012, reportagem de Sandro Barboza no Jornal da Band mostrou que os grupos existem e como agem, inclusive alterando cenas de local de crime, como a participação de PMs em crimes contra a vida, usando a proteção da farda para se ocultarem, logo em seguida ao cometimento dos delitos. As investigações sobre os RELINTs - relatórios de crimes envolvendo policiais militares – engavetadas na Secretaria da Segurança Pública do Estado, mostram justamente o contrário do que disse o Sr. CAMILO quando era comandante da PM.

A Revista Caros Amigos, edição 186 publicou em setembro de 2012, reportagem de Tatiana Merlino, mostrando que não só existem os grupos em cada batalhão da PM, como sua atuação é rotineira e causa vítimas que poderiam ser poupadas.

Em julho deste ano, a Revista Fórum também publicou matéria extensa, de Igor Carvalho de conteúdo chocante, mostrando, pela narrativa de policiais militares, como agem os grupos de extermínio na Polícia Militar, matando pessoas consideradas indesejáveis ou “sob encomenda”. Um dos policiais, Sd PM OGUILON MARTINS DE OLIVEIRA, que foi indevidamente envolvido nas denúncias, sofreu intensa criminalização, inclusive sendo preso e sofrendo processo por deserção. Agora, mesmo havendo farta prova de que o Sd OGUILON não tem qualquer problema de saúde mental, ele está afastado das atividades até janeiro próximo, quando possivelmente será aposentado por decisão da Psiquiatria da PM. Como disse o jornalista Marcelo Godoy, em extensa reportagem em 2003, há laudos médicos propícios para “enlouquecer e desenlouquecer” policiais.

No final de outubro, deu-se o lançamento de importante obra do Ten Cel PM Adilson Paes de Souza, justamente abordando o tema que denunciei em 2011, logo após a morte do Sd NASCIMENTO e que o então comandante da PM, Sr. ÁLVARO BATISTA CAMILO, disse ser inexistente em ofício enviado à Secretária Nacional de Segurança Pública (anexo). Paes de Souza entrevistou para sua dissertação de mestrado na USP, diversos PM que estão presos por agirem contra a lei, exterminando pessoas e estes contam como a instituição trata os “bilões”, policiais considerados de elite, protegidos e premiados.

A sucessão de ocorrências posteriores contra mim e minha família não param, ao contrário do que se esperava, já que não tenho responsabilidade pelo que a imprensa divulga, embora não negue que fui entrevistada e não pedi sigilo do que falei, porque posso provar.

O “baculejo” (submissão pela polícia, no meio-da-rua ou em local ermo a uma revista pessoal, física, entre safanões, empurrões, ameaças e xingamentos, ofendendo integridade física, psicológica, dignidade, violando intimidade, vida privada, honra e imagem) contra mim e minha família passou a ser o principal “recurso” em tentativas de intimidação, que obviamente não deram certo, pois não reagimos como seria de se esperar. Ao invés disso, estamos gravando e documentando com diversas pessoas de variados segmentos, os abusos sofridos. TODAS ESSAS OCORRÊNCIAS tem sido comunicadas à Corregedoria da PM que não adota qualquer providência coibitiva, EXCETO a remessa de investigações ao Tribunal de Justiça Militar e quase sempre, elas acabam distribuídas à 1ª Auditoria da Justiça Militar, como aquela ocorrida em 21 de março último. O titular como você sabe, é meu inimigo declarado e usa da judicatura para atingir objetivos pessoais, o que se tornou notório ao ponto de o Ministério Público arguir sua suspeição em processos.

Depois dos arquivamentos costumeiros quando se trata de providências a que tenho direito, restam ações que servem tão somente para nos prejudicar e tentar nos silenciar com ameaças à nossa vida e patrimônio; multas indevidas em nossos veículos ou perseguições que sempre acabam em maiores traumas e prejuízos; registros manipulados e recheados de mentiras na polícia judiciária e intensa criminalização contra mim. Tudo porque querem que o assunto grupos de extermínio, que falei pela primeira vez em 1996 no Embu, seja definitivamente sepultado.

SÓ QUE EU NÃO VOU PARAR, SENADOR!

Sofri demais para olhar para trás agora e desistir da jornada desses 17 anos de perseguição e ocultação da verdade e não estou mais sozinha quanto antes, nem tão fragilizada quanto estive, pois minha filha cresceu, estuda e trabalha independente de nós e meu marido sobreviveu a dois graves atentados. Já fui presa, processada, acusada de insanidade, condenada, absolvida, sequestrada, ameaçada, espancada, humilhada de diversas formas e sobrevivi.

A OAB/SP já deu sua contribuição determinando duas vexatórias suspensões preventivas do meu exercício profissional me humilhando publicamente, espalhando em todo o território nacional centenas de ofícios noticiando tal medida, coisa que não fez quando o CONSELHO FEDERAL DA OAB e a JUSTIÇA FEDERAL a desautorizou em ambas as punições antecipadas. Pensaram que eu desistiria e não desisti.

A parcela da Justiça que apóia os maus policiais e criminosos comuns que lhes prestam auxílio nessas empreitadas, já me criminalizou, criando malsinada “folha de antecedentes” que é fruto de desavergonhada perseguição.

Agora muitos juízes e promotores já estão percebendo ser fraudulento esse “perfil criminológico” criado para minha criminalização “ad eternum”, porque entendem, com as provas que diversos advogados apresentam, que sou apenas uma cidadã que sabe exercer sua profissão de forma honesta e destemida, ainda que isso seja considerado “fora-do-padrão”. Além disso, são muitos os julgadores que souberam da sua disposição de me acompanhar em eventuais “exames de sanidade mental”, como setores do TJMSP sugerem reiteradamente “èn petit comité”, talvez por isso mesmo, tomando outro rumo os processos onde tais medidas foram requeridas: o do arquivo.

Também não são poucos os que leem declarações públicas suas e do dr. Hélio Bicudo, mostrando a anterioridade desses conflitos cujo pano de fundo é sempre a corporação militar e a desproporção de acusações que não se sustentam diante da notória inferioridade física e circunstancial, pois estou sempre sozinha, exercendo minha advocacia e invariavelmente diante de pessoas armadas e que tem visível ojeriza ao Direito e à Justiça.

Por fim, Senador Suplicy, quero dizer que se encontrei advogados que me viraram as costas, fingindo não ver que eu estava sob tortura e sendo moralmente linchada como alguns “renomados” fizeram, mercê de Deus, outros Advogados mais simplezinhos me ajudam, como ALBERTO ZACHARIAS TORON que ouviu pedido do dr. Hélio Bicudo em meu favor e acabou trazendo para minha defesa THIAGO GOMES ANASTÁCIO, MARCELO FELLER, FABIO TOFFIC, FRANCISCO BERNARDES e tantos que peco por não recordar os nomes, confirmando a percepção de que los malos tiempos traem verdaderos amigos. Estes não me abandonaram, ao contrário, estão em plena atividade de defesa.

Os resultados de julgamentos na OAB como na Justiça, tem sido profícuos em me inocentar de acusações pessoais, tanto quanto sua constante defesa rebatendo acusações indevidas que me lançam pelas costas, sem que eu sequer esteja presente para me defender. Sua atitude, creia, me comove. Apesar de minha grande boca que não cala diante da verdade que a maioria tem medo ou preguiça de falar, sei que suas intercessões são justas, por isso peço sua compreensão, já que nem todos tem essa delicadeza de alma temperada com extrema obstinação em reconhecer os golpes da covardia, rebatendo todos, um a um.

Muito obrigada especialmente por isso.

Diante dessa inércia da Corregedoria da PM que não é desconhecida do Sr. Grella Vieira, peço sua ajuda para que possa adotar providências no âmbito internacional, no sentido de se oficiar a Segurança Nacional de Segurança Pública e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, dando ciência da situação reinante, a fim de que, futuramente, não se alegue ignorância da gravidade de que essas ocorrências se revestem.

Receba sempre meu respeito, minha lealdade e sobretudo meu mais profundo agradecimento também em nome de minha família.

Sandra Paulino



Sandra Aparecida Paulino e Silva 
Paulino & Paulino e Silva - Associadas

Rua José Félix de Oliveira, 574 – Granja Viana
06708-645 Cotia - SP - Brasil 
Tel: 55-11-4702-8344


Provérbios - Capítulo 19 - Versiculo 5



Um comentário:

Anônimo disse...

https://www.youtube.com/watch?v=O-VZe66jC2k

isso é pra senhora! olha e pensa o q tem de comum com gente q já foi embora.

Arquivo do blog

A PM DEFENDE OS PM?

Quem sou eu