domingo, 28 de setembro de 2014

O "MUNDO MELHOR" DENTRO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO







O PRESIDENTE DA MAIS ALTA CORTE PAULISTA  E O MUNDO MELHOR DO DEPUTADO IMPROBO





DESEMBARGADOR  RENATO NALINI CONFRATERNIZA
COM DEPUTADO QUE RESPONDE A DIVERSOS PROCESSOS POR IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA



TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO

COMO SE MESCLAM HÁ MUITOS ANOS, OS INTERESSES NÃO APENAS NO TRIBUNAL, MAS TAMBÉM NAS ACADEMIAS E NA POLITICAGEM RASTEIRA, QUASE INSTITUCIONAL QUE AVILTA A PRESTAÇÃO JURISDICIONAL.



9 DE MARÇO DE 2006

Gabriel Chalita, secretário de Educação do Estado de São Paulo, recebeu das mãos de José Renato Nalini o diploma de membro da Academia Paulista de Letras 

EMBORA TENHA RECONHECIDO QUE ESTÁ "ACABADO", APÓS DENÚNCIAS DO SEU EX-ASSESSOR, AO PONTO DE SEQUER LANÇAR CANDIDATURA EM 2014 COMO ERA ESPERADO, O DEPUTADO GABRIEL CHALITA GOZA DE AMIZADE E CONFIANÇA DO PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, JOSÉ RENATO NALINI, ENTRE OUTRAS AUTORIDADES DO JUDICIÁRIO, COM QUEM APARECE EM VARIADOS EVENTOS, SEMPRE NO CLIMA DO MUNDO MELHOR.




APÓS INVESTIGAÇÕES SEREM INSTAURADAS NO MINISTÉRIO PÚBLICO PARA APURAR DESVIOS GRAVES E UMA EVOLUÇÃO DE PATRIMÔNIO INACEITÁVEL PELA MATEMÁTICA, GABRIEL CHALITA, QUE TEM NO PADRE FÁBIO DE MELO OUTRO APOIADOR INCANSÁVEL DE SUA PROLÍFICA CARREIRA DE ESCRITOR, APARECE MAIS EM EVENTOS OFICIAIS DO TJSP.

ESSA É A PORÇÃO MAIS DESTACADA DO SEU "MUNDO MELHOR", LEMBRANDO O DELEGADO PARANHOS FLEURY, QUE TODA VEZ QUE ERA CHAMADO EM PROCESSO-CRIME, TINHA UMA "SOLENIDADE OFICIAL" SIMULTANEAMENTE A LHE HOMENAGEAR... CRIOU-SE ATÉ UMA LEI DESTINADA A NÃO LEVAR PARA A CADEIA OS "RÉUS PRIMÁRIOS, AQUELES "SEM ANTECEDENTES CRIMINAIS"...

SEGUE ASSIM O ESTADO MAIS REACIONÁRIO DA FEDERAÇÃO, PROTEGENDO OS DESVIOS DE QUEM ACREDITA QUE O "MUNDO MELHOR" É FEITO DE PROTEÇÃO, FAVORITISMO, FALTA DE ÉTICA, MAU-CARATISMO E FRIVOLIDADES, TUDO COBERTO COM CORAÇÕEZINHOS COR-DE-ROSA, EMBALANDO LIXO EM PAPEL CREPON!


ENTREVISTA DE GABRIEL CHALITA EM MAIO DE 2013




O político foi secretário da Educação de 2003 a 2006, no segundo mandato do
governador Geraldo Alckmin (PSDB). O Ministério Público Estadual e a Procuradoria-Geral da República investigam desde 2012 suspeitas de que empresas pagaram a reforma de um apartamento de Chalita e outras despesas pessoais.
Na entrevista, Chalita também falou sobre as eleições de 2014. Disse que deve tentar se reeleger para mais um mandato de deputado federal. Sobre o PMDB em São Paulo, ele afirmou que ainda não é certo que Paulo Skaf será o candidato do partido ao governo estadual.
5Não paguei por parabólicas em SP, diz Gabriel Chalita (0:52)



23/02/2013

“GOLDEN NUMBER” – O prefeito de Santos PAULO ALEXANDRE BARBOSA ( PSDB ) é suspeito de corrupção quando era secretário adjunto de Gabriel Chalita…Segundo delação eles montaram um esquema que exigia 25% de propina sobre o valor dos contratos firmados pela Pasta 19


23/02/2013-06h30

Empresa pagava despesas de Chalita, diz ex-colaborador

MARIO CESAR CARVALHO JOSÉ ERNESTO CREDENDIO DE SÃO PAULO
O Ministério Público Estadual abriu 11 inquéritos para investigar o deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP) por suspeita de corrupção, enriquecimento ilícito e superfaturamento de contratos públicos.
As investigações partem de quatro depoimentos de um analista de sistemas que diz ter sido assessor informal de Chalita na época em que ele foi secretário estadual da Educação, entre 2002 e 2006.
O analista, Roberto Leandro Grobman, 41, trabalhou durante anos com o grupo educacional COC e diz ter sido indicado para se aproximar de Chalita para prospectar negócios para o grupo.
Segundo ele, o COC pagou despesas com a locação de aviões e helicópteros, viagens, presentes e uma reforma feita num apartamento de Chalita em Higienópolis, na zona central de São Paulo.
O grupo também comprou milhares de livros escritos por Chalita e computadores para a emissora de televisão da Canção Nova, grupo católico ao qual o deputado é ligado. Em nota à Folha, Chalita negou todas as acusações e afirmou que o objetivo de Grobman é atingir sua imagem.
paulo-alexandre-barbosa-dom-claudio-hummes-dom-odilo-gabriel-chalita
Seu advogado, Alexandre Moraes, pediu ao Ministério Público Estadual que arquive os inquéritos argumentando que Grobman não apresentou provas que sustentem suas acusações.
O promotor Nadir de Campos Jr., que conduz dois dos 11 inquéritos, discorda do pedido: “Foi relatada uma história que parece ter começo, meio e fim. É minha obrigação funcional investigar”.
O Conselho Superior do Ministério Público de São Paulo examinará a possibilidade de arquivar um dos inquéritos na próxima terça-feira.
“GOLDEN NUMBER”
Em seus depoimentos, Grobman disse que Chalita cobrava 25% de propina sobre o valor dos contratos que assinava com fornecedores da secretaria e chamava esse percentual de “golden number” (número dourado).
Parte do dinheiro era guardada num cofre na secretaria, na sala que era ocupada pelo braço-direito de Chalita, o atual prefeito de Santos, Paulo Barbosa (PSDB), segundo o analista. Depois, era levado para o apartamento de Chalita em caixas de papelão, afirmou Grobman.
O analista conta que foi indicado para trabalhar com Chalita pelo empresário Chaim Zaher, dono do grupo educacional COC até 2010, quando vendeu o negócio para o grupo britânico Pearson.
Editoria de Arte/Folhapress
Uma empresa ligada ao COC, a Interactive, vendeu R$ 2,5 milhões em software educativo para a Secretaria da Educação no período em que ela era chefiada por Chalita. Grobman era sócio da firma.
O analista disse que ajudou na reforma do apartamento de Chalita, acompanhando as obras e negociando com fornecedores, frequentou o imóvel e acompanhou o secretário em viagens a Paris, Madri e Nova York.
Segundo ele, Zaher gastou US$ 600 mil com a reforma e pagou os serviços de uma das empresas que participaram das obras, a Valverde, fazendo depósitos numa conta no Bank of America, na Flórida.
O dono da Valverde, Cesar Augusto Valverde, confirmou à Folha que recebeu pagamentos pela reforma em sua conta nos Estados Unidos, mas afirmou que não sabe quem fez os depósito.




COMUNIDADE CATÓLICA que novembro de 2008 alcançou o Reconhecimento Pontifício, recebendo aprovação dos seus estatutos junto a Santa Sé, a Canção Nova segue princípios de Renovação Carismática, tendo no "filho" mais "ilustre" o deputado federal GABRIEL CHALITA, nascido no mesmo município de Cachoeira Paulista onde está fincada a sede do Movimento, espaço decisivo para sua projeção e onde encontrou a força de milhões de votos. Confira na entrevista com o ex-prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa, também alvo de denúncias variadas de corrupção e improbidade, como CHALITA arrebanhou outros "fiéis" seguidores de suas proezas políticas.

cancaonova.com: Você fez, durante o tempo em que atuou como Secretário-Adjunto da Secretaria de Educação, uma parceria com Gabriel Chalita. Em que ela contribuiu para o Estado de São Paulo e para você mesmo?

Paulo Barbosa: Foi uma experiência muito interessante, porque a Secretaria de Educação de nosso Estado tem, hoje, quase seis mil escolas, seis milhões de alunos e trezentos mil funcionários. Por isso, a possibilidade de trabalhar neste local, durante a gestão de Geraldo Alckmin, foi uma experiência interessante. Principalmente quanto à parte administrativa, porque é uma secretaria muito grande. Atualmente, a maior Secretaria de Estado do país. 

Também foi uma experiência única do ponto de vista pessoal, porque eu tive a oportunidade de conviver durante todo esse tempo com o professor e ex-Secretário de Educação do Estado de São Paulo, Gabriel Chalita, que é uma pessoa que tem um capital intelectual diferenciado. Uma pessoa com quem eu tive e ainda tenho a oportunidade de aprender diariamente com seus ensinamentos e exemplos. 


cancaonova.com: Este ano, nós teremos eleições. Qual deve ser a prioridade dos eleitores na hora de escolher seu candidato? E qual o perfil de um candidato ideal?
Paulo Barbosa: O direito do exercício do voto é um direito que foi conquistado diante do empenho de várias gerações. E conquistamos a democracia por meio de uma luta de muitos anos, de uma luta árdua, de modo que é um dever muito importante, hoje, o do eleitor. Diante do direito de votar, o eleitor deve ter a certeza de que está fazendo o melhor para o seu País, para o seu Estado e para o seu Município. Deve analisar os princípios e os valores que são defendidos por seus candidatos, saber se a história desse candidato está de acordo com o discurso que ele prega. Porque, às vezes, nós vemos uma diferença muito grande entre o falar e o fazer. Por isso, é importante que o eleitor tenha esse discernimento, para que possa fazer a melhor escolha para o País.
O Brasil não pode mais experimentar fracassos! Não pode mais deixar de aproveitar as oportunidades e os momentos favoráveis, no cenário econômico internacional, que surgem, para que possa crescer. O País precisa crescer muito para corrigir as distorções e as desigualdades sociais. No entanto, nós só vamos conseguir esse objetivo se tivermos homens que tenham princípios corretos e que defendam valores. Um candidato com sérios valores e princípios é fundamental. É preciso também que tenha ética, seja honesto, que defenda a questão da família. Só quem tem valores e princípios é adequado para a nossa vida em sociedade. Apenas candidatos com essas características conseguirão, de fato, desenvolver ações e projetos em prol da sociedade.

cancaonova.com: Como você conheceu a Canção Nova?

Paulo Barbosa: Eu a conheci através de um grande amigo, o Gabriel Chalita, que começou a participar de eventos da comunidade quando esta ainda era bem pequena. Ele sempre me contou a história da Canção Nova e eu tive a oportunidade de conhecer o Padre Jonas Abib por intermédio dele. E quem conhece o padre e a obra social da comunidade fica maravilhado com todo o trabalho que é feito, todo o entusiasmo. Eu tive a oportunidade de colecionar vários amigos durante esse período de convivência com os membros da comunidade. 

Eu aprendi a admirar o trabalho que é feito, as vidas que são transformadas através de sua missão, como o Instituto Canção Nova que oferece uma educação de qualidade a diversas crianças. O Pronto Socorro, em Cachoeira Paulista/SP e as diversas famílias que são atendidas pelo trabalho social da Canção Nova. É um trabalho muito rico e muito importante e que serve de exemplo para o nosso País, para que outras entidades e instituições possam seguir essa linha e realizá-lo também.
cancaonova.com-01/01/2002

A relação com Chalita continuou após sua saída do governo, quando ele assinou um contrato para fazer palestras para o grupo, pelo valor de R$ 30 mil por palestra, segundo a assessoria do COC.
Grobman diz que decidiu procurar o Ministério Público porque sentiu-se “abandonado” por Chalita e pelo COC. Chalita é a principal aposta do PMDB para o governo do Estado de São Paulo nas eleições de 2014. Candidato derrotado à Prefeitura de São Paulo em 2012, nas últimas semanas ele teve seu nome cotado para assumir um ministério no governo Dilma.
SEM ANÁLISE
Em pouco mais de dois anos, a FDE comprou mais de 100 mil cópias de softwares do COC voltados para disciplinas como português e matemática. Adquiriu ainda kits para ensinar princípios de eletricidade.
A Folha apurou com dois técnicos da FDE que trabalharam na gestão de Chalita que as compras do COC seguiam uma espécie de via rápida no órgão: não passavam por análise pedagógica, como determina norma da fundação. Os dois falaram sob a condição de omissão de seus nomes.
Uma das compras, de 70 mil softwares e em lotes, foi concluída em um mês, entre dezembro de 2005 e janeiro de 2006, segundo documentos que estão no Tribunal de Contas do Estado.
Esse contrato foi assinado por Milton Leme, que foi sócio de uma empresa do COC enquanto trabalhava na FDE, num cargo público conquistado por indicação de Zaher.
Agência Estado
O Ministério Público investiga em três procedimentos o prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), acusado de irregularidades em sua gestão como secretário adjunto do deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP) na pasta estadual da Educação (2002-2006). O advogado Alexandre Moraes informou que vai pedir audiência aos promotores para apresentar Barbosa e coloca-lo à disposição.
Os inquéritos que citam Barbosa estão em curso na Promotoria de Defesa do Patrimônio Público e Social da Capital. Ele é citado por supostamente ter recebido presentes — dez computadores adquiridos em Miami e no Brasil e caixas de uísque Johnny Walker — do empresário Chaim Zaher, do grupo educacional COC que, em troca, segundo a denúncia, teria sido favorecido em contratos públicos.
O inquérito 1048, conduzido pelo promotor Valter Santin, apura direcionamento de contratações da FDE (Fundação para o Desenvolvimento da Educação) para fornecimento de infraestrutura e cabeamento lógicos. Um ex-diretor da FDE teria repassado propinas a Barbosa.
— O procedimento adotado pelos representados (Barbosa, Chalita e outros) lesiona os princípios da legalidade, moralidade, impessoalidade, economicidade, competitividade de licitação em prejuízo ao patrimônio público.



13/08/2013
 às 21:55

Roberto Gurgel pede ao Supremo abertura de 

inquérito para investigar Gabriel Chalita

Por Severino Motta, na Folha:

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal) um pedido de abertura de inquérito para investigar o deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP). O inquérito pretende apurar denúncia feita pelo analista de sistemas Roberto Leandro Grobman, 41, que trabalhou durante anos com o grupo educacional COC e diz ter sido indicado para se aproximar de Chalita para prospectar negócios para o grupo.

Como a Folha revelou no início do ano, Grobman disse ao Ministério Público que o COC pagou despesas com a locação de aviões e helicópteros, viagens, presentes e uma reforma feita num apartamento de Chalita em Higienópolis, na zona central de São Paulo. O grupo também comprou milhares de livros escritos por Chalita e computadores para a emissora de televisão da Canção Nova, grupo católico ao qual o deputado é ligado.
O advogado de Chalita, Arnaldo Malheiros Filho, refutou todas as acusações e disse que enviou à Justiça documentos que afastam as suspeitas, entre eles toda a movimentação bancária do deputado, a declaração de imposto de renda e um laudo pericial contábil. Devido à entrega destes documentos, o caso passou a tramitar no STF sob segredo de Justiça.

(…)

GABRIEL CHALITA: Escândalo deve encurtar a carreira do político carismático que pretendia ir longe

A CANOA VIROU -- O deputado Gabriel Chalita com o seu ex-assessor Roberto Grobman em uma viagem a Étretat, na França, em 2004: o amigo do peito agora é seu acusador (Foto: Arquivo Pessoal)
A CANOA VIROU -- O deputado Gabriel Chalita com o seu ex-assessor Roberto Grobman em uma viagem a Étretat, na França, em 2004: o amigo do peito agora é seu acusador (Foto: Arquivo Pessoal)
Reportagem de Leonardo Coutinho, publicada na edição da VEJA que está nas bancas

“OBA, O VANDERLEI CHEGOU”
“Vanderlei” era como o deputado Gabriel Chalita chamava o dinheiro que recebia de propina, segundo o ex-assessor que o denuncia ao Ministério Público. A acusação tirou do parlamentar um cargo certo no novo ministério de Dilma e interrompeu alguns sonhos do PMDB para 2014
Até duas semanas atrás, o deputado federal Gabriel Chalita era uma estrela ascendente na política. Em 2010, ganhou prestígio ao defender a então candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, quando ela foi atacada por grupos religiosos por, supostamente, defender o aborto e o casamento entre homossexuais.
Dois anos depois, candidatou-se a prefeito de São Paulo pelo PMDB e, com sua imagem de bom moço, discursou em defesa da ética e da amizade com padres-celebridade, como Marcelo Rossi e Fábio de Melo, conseguindo 13% dos votos.
Saiu com o passe valorizado a ponto de, agora, ser nome certo na reforma ministerial que a presidente Dilma fará neste mês — além de peça no tabuleiro das eleições de 2014, quando poderia ser candidato ao Senado ou a vice-governador.
O depoimento demolidor feito ao Ministério Público por um ex-assessor e ex-amigo do peito fez tudo ruir. Roberto Grobman, o ex-assessor, contou aos promotores que se aproximou de Chalita em 2004, quando ele era secretário da Educação de São Paulo. Fez isso por determinação do empresário Chaim Zaher, que era dono do Sistema COC de Ensino e teria interesse em conseguir contratos com o governo.
“Virei seu acompanhante de viagens”
Grobman diz que Zaher lhe pagava um salário para que ele atuasse na secretaria. “O Zaher queria ter uma pessoa dele lá dentro para que pudesse vender os seus produtos. Queria ser favorecido, obviamente.”
Ficou, assim, estabelecida a bizarra situação em que Grobman, empregado pago por uma empresa privada, dava expediente numa secretaria de governo, com direito a cartão de visita timbrado e o título de “assessor de gabinete”.
Nessa condição, ele se tornou íntimo do então secretário, com quem viajou para diversos países (“O Chalita disse que gostou de mim e eu virei seu acompanhante de viagens”).
Mas nem essa proximidade com o titular da pasta nem as supostas vantagens que o COC teria ofertado a Chalita — entre elas o pagamento de parte da reforma de um dos seus apartamentos, fato que Zaher nega — resultaram em algum negócio para o grupo.
Diz Grobman: “O Chalita deixava o Zaher sempre no fim da fila. Dizia que tinha acordos mais importantes”. Grobman permaneceu como assessor informal de Chalita por dois anos.
SERVINDO A DOIS SENHORES --  O crachá e o cartão de visita mostram que   Roberto Grobman era funcionário do Sistema COC de Ensino, do empresário Chaim Zaher, mas dava expediente na Secretaria da Educação de São Paulo,   cujo titular era Chalita. Escalado para defender os interesses do grupo, Grobman diz que serviu ao secretário por dois anos — como intérprete e até   coordenador da reforma de um de seus apartamentos, segundo ele, bancada por   empresários
SERVINDO A DOIS SENHORES -- O crachá e o cartão de visita mostram que Roberto Grobman era funcionário do Sistema COC de Ensino, do empresário Chaim Zaher, mas dava expediente na Secretaria da Educação de São Paulo, cujo titular era Chalita. Escalado para defender os interesses do grupo, Grobman diz que serviu ao secretário por dois anos — como intérprete e até coordenador da reforma de um de seus apartamentos, segundo ele, bancada por empresários
“Arrancava as tiras dos maços de dinheiro e imitava Silvio Santos: “Quem quer dinheiro?!!!”
Nesse período, disse ao Ministério Público, assistiu a reuniões em que ele combinava como seriam feitas as cobranças de propina a fornecedores da secretaria, como a Zinwell, uma empresa de origem chinesa contratada para fornecer por 5 milhões de reais 5.000 antenas parabólicas para escolas.
A “taxa”, de 25%, era entregue diretamente a Chalita em seu apartamento em Higienópolis.
Segundo Grobman, o ex-secretário chamava o dinheiro de “Vanderlei”. “Quando tocava o interfone, ele gritava, eufórico: ‘Oba, chegou o Vanderlei!’. Só mais tarde descobri que Vanderlei não era uma pessoa. Como ele dizia que mandava a sua parte para uma conta bancária em Luxemburgo, fazia graça com o nome do técnico de futebol”, diz.
Grobman contou ao MP que, por diversas vezes, viu Chalita distribuir o dinheiro que recebia. “Ele derramav as notas no chão do closet. Arrancava as tiras dos maços e jogava em cima dos assessores, imitando o Silvio Santos: ‘Quem quer dinheiro?!!’.”
Empresas fornecedoras da Secretaria seriam compelidas a comprar livros de autoria do secretário
O ex-assessor afirmou ainda que empresas fornecedoras da Secretaria da Educação eram compelidas a comprar lotes de livros do deputado — uma manobra que o ajudaria a justificar o seu exuberante aumento patrimonial (os 741.000 reais em bens que ele declarava possuir em 2000 transformaram-se em 11,5 milhões em 2011).
Aos promotores, Grobman pôs em dúvida não apenas os motivos pelos quais os livros eram vendidos, mas também quem os escrevia. Um dos inquéritos abertos apurará se houve uso de dinheiro público no pagamento de uma equipe de ghost writers que, segundo Grobman, ajudava o ex-secretário a escrever seus livros — ele já lançou 64 até agora.
Procurado por VEJA, Chalita disse, por meio de nota, ser vítima de uma disputa política e negou que Grobman tenha sido seu assessor — embora tivesse e-mail funcional, cartão de visita e tenha aparecido nos prospectos da Unesco como representante da secretaria em evento realizado em 2004, na França (onde ele e Chalita posaram para a foto que ilustra esta reportagem).
Na segunda-feira, o governo federal anunciou ter desistido de nomear o peemedebista para um ministério. A aventada vaga no Senado em 2014 soa agora uma impossibilidade, sem falar nos planos para a candidatura a vice-governador.
Na quinta, Chalita se reuniu com um grupo de assessores e admitiu: “Eu estou acabado”. O resultado das investigações do Ministério Público dirá se o país deve ou não lamentar essa constatação.

CERTO DE QUE CONSEGUIRIA SILENCIAR O EX-ASSESSOR, CHALITA ENTROU COM AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS, MAS PERDEU 
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
6:04 \ Brasil

Ação improcedente

Chalita: derrota para ex-assessor
Chalita: derrota para ex-assessor
Roberto Leandro Grobman, o ex-assessor que acusou Gabriel Chalita de corrupção e enriquecimento ilícito, conseguiu vencer o deputado na Justiça.
Chalita queria uma indenização por dano moral pelas acusações feitas por Grobman à imprensa e ao Ministério Público. À VEJA, por exemplo, Grobman disse que Chalita chamava propina de ‘Vanderlei’.
A 12ª Vara Cível de São Paulo julgou improcedente o pedido. Alegou que não se comprovou má-fé e deslealdade processual de Grobman. A sentença também afirma que o ex-assessor não tem obrigação de provar tudo o que disse:
- Se toda vez que alguém não conseguir provar uma acusação contra funcionário indigno do seu cargo for levado à barra dos Tribunais, tem-se, então, implantado, sem dúvida, o regime da corrupção e da impunidade, cujo combate é dever de todo cidadão.
Por Lauro Jardim
HÁ TRÊS MESES A DECISÃO DE BATER EM RETIRADA

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Gabriel Chalita desiste da reeleição e pode mudar-se para NY; PMDB perde um bom puxador de voto

gabriel_chalita_04Vida nova – Nesta quarta-feira (11), horas depois de confirmar apoio à reeleição da petista Dilma Vana Rousseff, o PMDB perdeu um dos seus melhores cabos eleitorais no estado de São Paulo. Deputado federal e ex-secretário estadual de Educação, Gabriel Chalita jogou a toalha e informou a amigos que não concorrerá à reeleição em outubro próximo. Chalita, que em 2012 participou da corrida à prefeitura paulistana e não passou ao segundo turno, decidiu que em breve poderá fazer as malas e mudar-se para Nova York.





ANTES DA DECISÃO DE ABANDONAR O "MUNDO MELHOR" ONDE ENCHEU SEUS BOLSOS E DESFILOU NA PASSARELA DA VAIDADE COM APOIO INSTITUCIONAL, GABRIEL CHALITA AINDA É VISTO AO LADO DAS MAIS ALTAS AUTORIDADES DO ESTADO, ENTRE AS QUAIS O CORREGEDOR GERAL DA JUSTIÇA, DESEMBARGADOR HAMILTON ELLIOT AKEL E COMO CONVIDADO DO PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SP, DESEMBARGADOR 
RENATO NALINI






  Na sexta-feira (27), três dos integrantes do Conselho Superior da Magistratura, os desembargadores José Renato Nalini (presidente), Eros Piceli (vice-presidente) e Hamilton Elliot Akel (corregedor-geral da Justiça) estiveram na Comarca de Cachoeira Paulista para a cerimônia de instalação da 2ª vara judicial.
(...)
Para o deputado federal Gabriel Chalita, maior desafio da Justiça é fazer com que nenhum ser humano seja invisível. Ao citar o papa Francisco, Chalita destacou a importância de Cachoeira Paulista contar em um único dia com a presença de tantas pessoas ilustres. “É uma honra para Cachoeira receber o CSM para celebrar esse momento da Justiça. Vejo no desembargador José Maria, que sempre foi o filho mais ilustre da cidade, a emoção em receber aqui tantos desembargadores.”


MAIS RECENTE, EM AGOSTO DE 2014. DE NOVO GABRIEL CHALITA ESTÁ ENTRE OS CONVIVAS DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA MILITAR: 



O Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, desembargador José Renato Nalini, deu posse nesta segunda-feira, 18 de agosto, aos 25 integrantes do Conselho Consultivo Interinstitucional (CCI) da Corte, em solenidade que aconteceu no Palácio da Justiça.
Outras autoridades prestigiaram a posse, como o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski, do governador Geraldo Alckmin, do deputado federal Gabriel Chalita, que representou a Câmara dos Deputados, de diversas autoridades, renomados juristas e integrantes da sociedade civil.



O MUNDO MELHOR DE CHALITA COM NALINI



Neste programa, Gabriel Chalita conversa com o novo presidente do Superior 

Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, o desembargador José Renato Nalini.









NOVA VARA 

DE CACHOEIRA 


E GABRIEL CHALITA 












[O post abaixo estava até ontem disponível aqui. Hoje, misteriosamente desapareceu, mas eu consegui recuperá-lo através do cache do Google. Cheguei a tempo e o salvei em arquivo pdf. Agora não some mais. A Canção Nova parece ter o péssimo hábito de varrer para debaixo do tapete aquilo que não é conveniente; lembrem-se do pe. José Augusto. No entanto, a emissora precisa entender que, em tempos de internet, não é mais possível ocultar informações. Não dá mais para manipular assim as pessoas. A quem interessa esconder informações verdadeiras? Quem é o responsável pela censura a opinião de um blogueiro? Os filhos de Deus temos o dever moral de amar e defender a Verdade, por mais que Ela pareça ser inconveniente. Da última vez que eu conferi, eram outros os que preferiam as trevas da mentira e da ignorância. P.S.: Há não muito tempo o deputado estreou um programa na Rede Vida de televisão.]
blog-do-tiba
Deputado Gabriel Chalita fala sobre aborto, união homossexual e excomunhão.
O Deputado Federal Gabriel Chalita se posicionou na coluna do meio, defendeu a união civil homossexual, criticou a Igreja quanto à excomunhão de um padre e o pior, disse ser a favor do aborto, nota-se, “em caso de estupro.”
Entenda, quando o assunto é aborto, não se tem concessões. Aborto é o tipo de tema do qual só existem dois lados: Os que são totalmente contra e os que são totalmente a favor. Porque a evidências, inclusive científicas, já deixaram muito claro onde a vida humana se inicia.
Quem emite opinião tentando defender um terceiro ponto, na verdade emite a opinião mais corrompida de todas, porque tenta se apresentar como moderado e equilibrado, quando na verdade está dizendo: “A vida de um inocente e indefeso deve ser eliminada se… o pai for estuprador… se o legislativo ou judiciário decidirem… se a mãe for pobre… e por aí vai. Em tempos mais remotos alguém chamaria isso de hipocrisia.
Quem se posiciona relativizando o direito à vida, de fato está contra toda a vida humana. A vida tem seu valor por si mesmo, independe de circunstâncias, sejam elas quais forem. Relativize o direito à vida e está desmontando toda a base de todos os direitos humanos. 



11/08/2011
 às 16:24

OS MISTÉRIOS DE CHALITA: O HOMEM CUJO PATRIMÔNIO CRESCEU 1.925%, 115% SÓ NOS ÚLTIMOS TRÊS ANOS

O que está claro: ele é vaidoso, rico e escreve livros com a mesma velocidade com que muda de partido. Já a lista das incógnitas que cercam o pré-candidato do PMDB a prefeito de São Paulo é mais extensa. Leia reportagem que a revista VEJA publicou no dia 18 de julho, de Fernando Mello.
*
Esso, esso, esso, Gabriel Chalita é um sucesso. Na literatura, ele é tão prolífico que deixa na lanterna gigantes como Machado de Assis e Honoré de Balzac. Machado produziu 38 obras em 69 anos de vida e o novelista francês, 89 em 51 anos. Chalita já deixou os dois para trás: aos 42 anos, publicou 54 títulos, todos com um estilo marcado pelo forte apego às frases feitas e por um fraquinho pelos diminutivos. Como político, sua trajetória não tem sido menos espetaculosa: eleito vereador aos 19 anos por Cachoeira Paulista, no interior de São Paulo, ele se tornou o terceiro deputado mais votado do Brasil no ano passado, logo atrás do palhaço Tiririca. Hoje, é pré-candidato a prefeito de São Paulo. De qualquer ângulo que se observe – por cima, por baixo, entre, como diria o filósofo Caetano Veloso -, Chalita é um portento. Mas o fato de ele escrever como faz política e de fazer política como escreve não é suficiente para lhe emprestar contornos mais, digamos, assumidos. A controvérsia e a incógnita marcam as duas faces do deputado e escritor.
Saber, por exemplo, quantos livros Chalita vendeu é uma tarefa árdua. Perguntado, o escritor responde sempre: “Pelos meus cálculos, foram uns 10 milhões”. A marca o colocaria à frente de J.K. Rowling, autora da série Harry Potter (3,6 milhões de exemplares vendidos no Brasil), e próximo de Augusto Cury, fenômeno editorial da década (11 milhões de livros vendidos desde 2002). A pedido de Chalita, suas editoras também não divulgam os seus números de venda. Uma espiada nas planilhas da rede de livrarias Saraiva, no entanto, autoriza a suspeita de que o cálculo não é o forte de Chalita. Considerada um termômetro do mercado editorial, a Saraiva negociou apenas 70.000 exemplares do autor nos últimos três anos.
Se não é bom com números, Chalita tampouco consegue ser preciso em suas citações. No ano passado, ao reeditar “Cartas entre Amigos” – escrito em parceria com o padre Fábio de Melo, seu amigo do peito -, a editora Globo teve de extirpar da versão original duas passagens erroneamente atribuídas a Machado de Assis e Cora Coralina. Infelizmente, para os leitores do deputado, outras escaparam aos olhos dos revisores. Usuário obsessivo do Twitter, Chalita escreve mensagenzinhas a cada quinze minutinhos, em mediazinha. São, em geral, frases de conteúdo “literário-filosófico”, como ele gosta de classificá-las, algumas vezes retiradas de seus próprios livros (“Eu te amo”. Se tiver dúvida, não diga. Se tiver certeza, não economize” ou “Matérias-primas de que somos feitos são duas, paradoxalmente duas: pó e amor! O pó nos iguala. O amor nos identifica”). Sem maldade, pessoal: o pó de Chalita é, no máximo, o de pirlimpimpim.
O deputado não bebe e não sai muito à noite. mas é festeiro à sua moda. Gosta de celebrar cada compra de um imóvel ou reforma de apartamento. Em 2004, então secretário de Educação de Geraldo Alckmin, seu padrinho político, ele convidou seis assessores para uma “inauguração-surpresa” em seu dúplex no bairro de Higienópolis. “Quando chegamos lá, soubemos que a inauguração era da nova banheira de hidromassagem dele”, conta um dos convidados. Vestido com um robe de chambre, Chalita levou o grupo à sua suíte. onde a banheira estava instalada. Lá, anunciou que iria mostrar “como se banha um homem de estado”. Em seguida, tirou o robe e, tchibum-tchibum, de sunga, deslizou para dentro d”água. Para sua decepção, um curto-circuito impediu o funcionamento da hidromassagem e pôs um fim abrupto à celebração.
Católico, Chalita conta que na juventude queria ser padre, mas, com a entrada na política, trocou a batina pelo terno (hoje, ele prefere os Armani). Vaidoso, orgulha-se da “barriga tanquinho”, conquistada à base de muuuita malhação. Um assessor que ele considerou “fora de forma” já teve de acompanhá-lo em uma de suas habituais caminhadas aceleradas de 5 quilômetros em São Paulo – e nem o fato de estar trajando roupa e sapatos sociais o salvou da vigorosa experiência estética.
Na política, guardadas as devidas proporções, Chalita troca de partido quase com a mesma frequência com que lança um livro novo. Até agora, foram três mudanças de sigla. Começou no PDT, foi para o PSDB, passou pelo PSB e acaba de filiar-se ao PMDB. Trata-se de uma união de mútuas e significativas vantagens, em que o deputado já chega com status de pré-candidato a prefeito da maior cidade do país e na qual o PMDB poderá ganhar do PT e do governo federal algo que o interesse – e todo mundo sabe que algo é esse – em troca da desistência da candidatura Chalita. Mesmo sendo um nome emergente no cenário nacional, o deputado compartilha ao menos uma característica com veteranos de Brasília. Seus últimos onze anos de vida pública coincidem com uma notável evolução patrimonial.
Os 741.000 reais em bens que declarava possuir em 2000 transformaram-se em 7 milhões de reais em 2008 e hoje chegam a 15 milhões, uma variação de 1925%. Chalita atribui a prosperidade galopante às palestras que ministra pelo Brasil, aos 10 milhões de livros que “estima” ter vendido e ao “salário impressionante” que recebeu como diretor de escolas e professor de faculdades particulares até o fim da década de 90 (“Uns 20.000 dólares mensais, pelos meus cálculos”). O dúplex onde ele mora em São Paulo está avaliado em 6 milhões de reais. Tem 1.000 metros quadrados, piscina coberta com teto retrátil, oito vagas na garagem e uma academia de ginástica, montada com a orientação de Fabio Sabá, seu ex-personal trainer alçado a secretário adjunto de Educação de São Paulo quando Chalita era titular da pasta.
Há um mês, ele adquiriu um novo apartamento, também no bairro de Higienópolis. A compra do bem lhe custou 4,5 milhões de reais e foi paga à vista. Para fechar o negócio, nem precisou vender seus outros dois imóveis (além do dúplex, tem um apartamento no Rio de Janeiro, cujo preço é 1,5 milhão de reais). Como conseguiu a façanha? “Vendi um apartamento que eu tinha em Santos”, explicou, com a tinta da melancolia no semblante. O flat negociado pelo deputado valia 200.000 reais no ano passado. Como conseguiu multiplicar esse capital por vinte é só mais um dos mistérios de Chalita. Ele é a Capitu da política brasileira."

A PALESTRA DOS BANQUEIROS


TJ-SP recebe dirigentes de bancos

POR FREDERICO VASCONCELOS
22/02/14  12:03

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Banqueiros no TJ
O Tribunal de Justiça de São Paulo reuniu nesta sexta-feira (21/2) dirigentes de bancos na Escola Paulista da Magistratura para debater, entre outros temas, o volume de ações judiciais do setor financeiro e as dificuldades do Judiciário diante do excesso de demandas.

O seminário “O Poder Judiciário e o Sistema Financeiro” foi coordenado pelo presidente do TJ-SP, desembargador José Renato Nalini. Participaram, entre outros, o presidente da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), Murilo Portugal Filho; o presidente do Itaú, Roberto Egydio Setúbal; o vice-presidente executivo do Bradesco, Alexandre da Silva Glüher; o gerente executivo do Banco do Brasil, Vito Antônio Boccuzi Neto, e o economista chefe do Safra, Carlos Kawall.

Quando o TJ-SP abriu inscrições para o evento, semanas atrás, alguns magistrados manifestaram –em mensagens ao Blog– certo desconforto. Apontavam o eventual constrangimento de juízes que julgam as causas envolvendo bancos, convocados para ouvir a “pregação dos banqueiros”, o que seria “um atentado contra a independência do juiz”. Outros alegavam que reuniões desse tipo não abrem espaço para o debate.
...
No encerramento do evento, Nalini disse que o debate foi bastante produtivo, lembrando que o Judiciário não tinha o hábito de dialogar com seus clientes.
Nalini também mencionou o papel da sociedade, que deve perceber que custeia a Justiça e que esses custos continuarão a aumentar se ela não aprender a dialogar e procurar resolver suas questões, sem necessitar da tutoria do Judiciário.
OPINIÃO DO BLOG


Tempos difíceis são esses onde o Judiciário parece distante demais ou indiferente de sua responsabilidade institucional de zelar pela paz social, motivo público de vergonha!
Vergonha das discussões gravíssimas onde um ex-presidente dessa mesma Corte, acusa outro que recebia valores devidos, como se desvio fosse, caso do desembargador IVAN RICARDO GARÍSIO SARTORI contra desembargador ROBERTO VALLIM BELLOCCHI, tudo exposto na imprensa.

Vergonha da escondida manobra de legislar em causa própria, como fez o ex-presidente IVAN SARTORI na tentativa de se reeleger outra vez presidente da mesma Corte, objetivo barrado por liminar do Conselho Nacional de Justiça, concedida em representação de um advogado.

Vergonha da distribuição de créditos expressos em depósitos judiciais da ordem de quase 140 bilhões de reais (valores de outubro de 2013 segundo o jornal “Valor Econômico”), somente para bancos públicos, como se faz a partir de “comunicado” assinado também pelo ex-presidente JOSÉ ROBERTO BEDRAN, em detrimento do atendimento de melhor qualidade que os credores podem receber em bancos privados.



Vergonha da inadequação e da ética duvidosa na requisição de juízes por ato do presidente do TJSP, desembargador JOSÉ RENATO NALINI para assistirem o seminário “O Poder Judiciário e o Sistema Financeiro”, no último fevereiro, coordenado pelo mesmo magistrado, em favor de réus de milhares de ações, que são os dirigentes das principais instituições financeiras do país em aberto conflito de interesses, já que bancos estão entre os 100 maiores litigantes do Judiciário.



CENÁRIO NUBLADO NO HORIZONTE JUDICIAL POR 
INTERFERÊNCIAS INDEVIDAS DENTRO DA CORTE


DIVERSAS AÇÕES DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA, TODAS VERSANDO SOBRE DESVIO DE VERBAS PÚBLICAS, IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA E CORRUPÇÃO EM ALTAS ESFERAS DO PODER POLÍTICO, ENVOLVEM ESSE VERDADEIRO PRODÍGIO PATRIMONIAL, QUE SE REVELA EM GABRIEL CHALITA, SEMPRE USUFRUINDO DA INTIMIDADE DE BISPOS, PADRES, E ATÉ DO VESTAL MAIS TRADICIONAL ABRIGADO NOS ÁTRIOS DO PALÁCIO DA JUSTIÇA, PARECENDO SER O REAL MOTIVO DE SUA "MUDANÇA" PARA "NEW YORK".

NO AUGE DAS ACUSAÇÕES APRESENTADAS CONTRA O DEPUTADO, É JUSTAMENTE O PRESIDENTE DA CORTE QUEM RECEBE O ACUSADO PARA P CERCAR DE TODA A POMPA E CIRCUNSTÂNCIA.

ENQUANTO NÃO SE MOSTRA O QUE ACONTECE NOS "BASTIDORES", QUANDO A FALTA DE POSTURA PÚBLICA ACARRETA DESMANDOS SOBRE TODOS OS JURISDICIONADOS, É BOM SABER, QUE PELO MENOS A PRESIDENTA DILMA ROUSSEF FOI SUFICIENTEMENTE ÍNTEGRA PARA BARRAR A "ASCENSÃO" DESSE GRANDE "PUXADOR DE VOTOS" DO PMDB.

CHALITA AGORA SE DIZ "ACABADO" PORQUE, MESMO APOIANDO POLÍTICOS DO STATUS QUO NÃO FOI INDICADO À VAGA MINISTERIAL QUE ESPERAVA.

FELIZMENTE, AINDA EXISTEM PROMOTORES DE JUSTIÇA EM SP, QUE TRABALHAM PARA A SOCIEDADE, NÃO PARA ESSE "REINO" APODRECIDO QUE SE VÊ NA JUSTIÇA.

E JUÍZES TAMBÉM; CAPAZES DE JULGAR COM INDEPENDÊNCIA, SEM DOBRAR OS JOELHOS DIANTE DE BELZEBÚ, ANDRÓGINO, VAIDOSO E OSTENTADOR.

ENTRE A CORRENTE "OPUS DEI" E A TRADICIONAL DOS AVENTAIS, ESTÁ A TENDÊNCIA LIBERAL QUE PARECE... "LIBERÔ GERAL!" 

COMO ESTE BLOG NOTICIOU HÁ MAIS DE UM ANO NO ARTIGO "A JUÍZA E A ARMA FRIA", RENOVADO HÁ DEZ DIAS, CF. CONSTA ABAIXO, ALGO MUITO DESTRUTIVO ESTÁ MINANDO A PRESTAÇÃO JURISDICIONAL, TRANSFORMANDO A MAIS ALTA CORTE DO ESTADO EM ALGO QUE O EUFEMISMO DETERIORADO DA NEGAÇÃO DA ESPÉCIE HUMANA CHAMA DE MUNDO MELHOR.


Quinta-feira, 18 de setembro de 2014


JUÍZA QUE USA ARMA FRIA É EMPOSSADA DESEMBARGADORA DO TJ DE SP

Aconteceu no dia 25 de agosto de 2013 na Rodovia Castelo Branco, em Barueri: Conta o caminhoneiro Jones, empregado de transportadora, que um motorista vinha "amarrando" a ultrapassagem e quando pôde, acelerou e seguiu pela esquerda, o que é proibido para veículos pesados. O sujeito que "amarrava", emparelhou, acelerou mais, entrou na sua frente e pisou no freio. Não teve jeito: o caminhão conseguiu manobrar para não passar encima da LR-Freelander, mas a carroceria abalroou o veículo dirigido com imprudência grave...
Pararam adiante e o motorista da LR veio tirar satisfação, ARMADO COM UMA PISTOLA "GLOCK" CALIBRE 9MM NA MÃO, ameaçando o caminhoneiro, que apesar de agredido com um chute, correu para a boléia, onde estavam a esposa e duas filhas, de 9 e 11 anos, apavoradas com a cena.
Todos atendidos na Base da Polícia Militar Rodoviária do km 25 da Rodovia Castelo Branco, próximo à Alphaville, onde o 1º Ten PM JOÃO SADALA SFAIR, deu ordem de confeccionar boletim fraudando a verdade do que ocorreu, inclusive constando ACIDENTE DE TRÂNSITO SEM VÍTIMA.
Ao caminhoneiro, disseram que a passageira da LR era "oficial de justiça" e apesar da pesquisa PRODESP indicar que a arma era "fria", foi devolvida para a passageira, junto com a munição. 
Como o caminhoneiro queria ir para a delegacia, um dos policiais lhe intimidou dizendo que iria ser preso por "tentativa de homicídio" e a "coisa" parou por ali.
Na verdade, era a juíza de direito MARIA LAURA DE ASSIS MOURA TAVARES, que atuava na 5ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo, PROMOVIDA A DESEMBARGADORA, em maio de 2014, na gestão do presidente José Renato Nalini.
SÃO PAULO PRECISA DE MAIS TRANSPARÊNCIA E ÉTICA, CONTRA O DESLUMBRAMENTO E ENVOLVIMENTO DE INTERESSES PESSOAIS, ESPECIALMENTE QUANDO ENVOLVEM AS RELAÇÕES MAIS ÍNTIMAS.

RESUMINDO: UM POUCO DE VERGONHA NA CARA FARIA MUITO BEM A TODOS.





Sandra Paulino

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