segunda-feira, 20 de abril de 2009

PRESIDENTE BORGES D'URSO: a quais prerrogativas se refere o discurso?

Nusssssssssssss... como é nojenta a hipocrisia. Até o mais doce dos homens nesse mundo foi complacente com putas e ladrões como Maria de Magdala e Dimas, mas com os fariseus não se conteve, falando entre dentes: àquela "raça de víboras"e ao final ainda disse: "ai de vós"! Lendo o discurso do qual pincei pequeno trecho para reprodução abaixo, fiquei pensando em quais seriam as prerrogativas que D'Urso quer ver respeitadas? por certo não podem ser as prerrogativas dos advogados, porque ele nem saberia identificar o que seria o desrespeito delas. Ele vive longe demais do cotidinao cansativo, desgastante e perigoso da profissão de advogado. Por que teremos de suportar mais mentiras e embustes, como essa defesa "candente" que ele e seus auxiliares costumam fazer em tempo de eleição? Não D'Urso! dessa vez você realmente chegou ao limite. Você não vai novamente se empoleirar na cadeira presidencial da OAB. CHEGA! vc vai pedir pra sair ou vai esperar alguém te tirar? Conta sobre o projeto de lei que você está usurpando do LAERTES! Vai, logo: CONTAAAAAAAAAAAAAA!

Senhoras e Senhores:
Desejo expressar, por último, o ânimo da nossa classe. Os advogados paulistas hão de estar nas mais avançadas frentes das lutas pela consolidação da Cidadania. Não transigiremos no dever de lutar pela Justiça para todos, pela eliminação das desigualdades, pela preservação das conquistas inseridas em nossa Constituição, pelo sonho de construirmos uma Nação mais próspera, mais soberana e mais justa. Esta é a nossa disposição.Disposição que também abriga a acalentada vontade de aperfeiçoar as relações entre juiz, jurisdicionado e advogado, relações que devem ser harmoniosas, inspiradas no respeito às nossas prerrogativas profissionais, na cordialidade e compreensão dos respectivos papéis. Lembremos, sempre, que, por lidar com valores humanos, o advogado, de certa forma, aproxima sua vocação à do magistrado, dando expressão à simbiose que Rui Barbosa percebeu, quando disse que na missão do advogado também se desenvolve uma espécie de magistratura. “As duas se entrelaçam, diversas nas funções, mas idênticas no objeto e na resultante: a justiça. Com o advogado, justiça militante. Justiça imperante, no magistrado”, proclamava o grande tribuno.

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