quarta-feira, 6 de agosto de 2014

UM ANO DA CHACINA DA FAMÍLIA PESSEGHINI - caso arquivado

ESTE BLOG DESTACOU EM VÁRIOS ARTIGOS, PARTE DE ALGUNS REPUBLICADA, QUE O MOTIVO PRINCIPAL DE TANTA VIOLÊNCIA É A 

CORRUPÇÃO

TAMBÉM SUSTENTANDO E PROVANDO QUE A JUSTIÇA NÃO É IGUAL PARA TODOS E QUE NÃO EXISTE "IGUALDADE" COMO ESTÁ ESCRITO NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL: O QUE EXISTE É O PODER, OS INTERESSES DO ESTADO E A MANIPULAÇÃO:


"A violência nua e crua, aquela que choca o cidadão comum e faz pensar que tudo está perdido, que nada mais adianta ser feito, que estamos todos mergulhados em ambiente inóspito onde QUEM PODE MAIS CHORA MENOSou, no jargão das PM MANDA QUEM PODE E OBEDECE QUEM TEM JUÍZO, ou pior: que se pode CRIMINALIZAR QUALQUER DENUNCIANTE ETERNAMENTE, precisa ser combatida e vencida.
O simples fato de um agente do Estado agir como  quem está “IRREMEDIAVELMENTE” blindado contra consequências de atos de bandidagem rasteira, fortalece a impressão social impregnando o inconsciente coletivo com a certeza da invencibilidade desse inimigo público: a CORRUPÇÃO.
Tais comportamentos PRECISAM SER CONHECIDOS, PROCESSADOS E JULGADOS, através de instrumentos hábeis que a legislação já possui, mas que o Estado totalitário ainda não teve vontade de PUBLICIZAR, porque não lhe convém. 
É URGENTE QUE A IMPRENSA SE FORTALEÇA, ainda que se transforme em imenso palco de NINJAS, os que tem condição – E CORAGEM – de obter PROVAS da truculência do Estado e seus agentes, DESMENTINDO AS FRAUDES que montam para que o cidadão seja cada vez mais oprimido, esmagado, perseguido e tirado de circulação, mandado para a cadeia ou para a vala!
A violência que esse blog mostra, é aquela cujos alvos são POLICIAIS MILITARES, os mesmos PM que interessa à Casa Grande, sejam odiados pela Senzala. Os PM e os seus odiosos celulares com câmeras, captando provas.
PROVAS que são entregues para a advogada odiada por uma parte da milícia; alvo de inúmeras investigações manipuladas para esconder a verdade; desmentida em todos os seus os seus reclamos correcionais; rechaçada em todos os requerimentos judiciais; delatada em declarações falsas previamente preparadas pelos covardes que também usam “vestes talares” e que cooptam suas vítimas sob coação; ousada por apontar um juiz militar metido em tramas de assassinato e por isso... suspensa do exercício profissional pela própria OAB!
É por isso que a Polícia Militar, por sua Corregedoria, quando instada a responder QUESTIONAMENTOS LEGAIS, feitos por esta advogada, se cala. Por falta de argumentos sérios a rebater o que é denúncia séria e a ninguém interessa investigar.
O BLOG NÃO É UM ESPAÇO PARA DESTACAR O QUANTO É VIOLENTO ESSE OU AQUELE POLICIAL, OU PARA MOSTRAR OS ERROS DESSE OU DAQUELE PM, MAS PARA QUE SE CONHEÇAM OS ABUSOS DE UM GRUPO ESPECÍFICO, GERALMENTE FORMADO POR POLICIAIS MILITARES COM PODER DE MANDO SOBRE OS OUTROS.

Essa violência, vem, comprovadamente, da CORRUPÇÃO QUE A CORREGEDORIA DA PM DE SP NÃO INVESTIGA E NÃO QUER QUE SEJA INVESTIGADA EM QUALQUER NÍVEL, POR ISSO SE UNE COM OUTROS SEGMENTOS DA ÁREA DA SEGURANÇA INSTITUCIONAL, EM VERGONHOSA BLINDAGEM  QUE ENCOBRE CRIMES DE COMPROVADA CRUELDADE, PRATICADOS POR MÁFIAS INSTALADAS DENTRO DO PODER.

A MORTE DO SOLDADO QUE DENUNCIOU O CORONEL:

Exemplos não faltam, um deles, denunciado insistentemente pelo MOVIMENTO NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS DE POLICIAIS – MNDHPOL http://mndhpol.blogspot.com.br sobre a morte do Sd PM JULIO CÉSAR LIMA DO NASCIMENTO, patrono desse Movimento, que foi assassinado com 18 tiros em frente sua casa em Cotia, um mês depois de denunciar oficialmente, no inquérito Nº 001/2011 da Delegacia Seccional de Osasco em agosto de 2011, o comandante de sua unidade – 42ºBPM – Ten Cel PM HENRIQUE DIAS, como envolvido em roubo de cargas e grupos de extermínio."


A MORTE DO CORONEL QUE INVESTIGOU
SOLDADO:


CORONEL HERMÍNIO (foto abaixo) foi assassinado quando era o comandante do 18º Batalhão da PM na zona norte de SP, onde há vários suspeitos, vários pretextos e um só motivo: ELE ATRAPALHAVA PLANOS DE ALTA ENVERGADURA NO TERRENO DA CORRUPÇÃO.




A CHACINA DA FAMÍLIA PESSEGHINI
A MÃE COLABORAVA COM INVESTIGAÇÃO



O assassinato de uma família de PMs na Vila Brasilândia, em São Paulo, há um ano, teve investigação manipulada pelas autoridades policiais, MP e Judiciário, para arquivar o caso, onde o filho adolescente, de apenas 13 anos, seria o assassino de PAI, MÃE, AVÓ E TIA-AVÓ, depois tornado suicida. 

Sua mãe, Cabo Andréia, era uma policial do 18º Batalhão da PM na mesma zona norte de SP, onde o crime aconteceu e colaborava com investigações sobre grupos de extermínio na PM. 

Coincidência não foi, o fato de ser também o mesmo batalhão onde se tramou e executou o assassinato de um comandante que também investigava grupos de extermínio: Cel Hermínio.

No dia seguinte à chacina, o comandante do batalhão, Ten Cel PM DIMAS, deixou escapar que a brutal chacina teria sido resposta à essa colaboração, mas foi imediatamente silenciado pelo Secretário de Segurança, Grella Vieira com o anúncio público de processos intimidativos. 

Só o comandante da PM, Cel PM MEIRA pôde falar no dia da chacina, que tudo apontava para um menino de 13 anos, filho do casal.



Depois do "cala-boca" dado pelo SSP, ninguém nunca mais ouviu falar do coronel DIMAS.


Embora o noticiário desse crime seja farto em incoerências e manipulações da verdade, um traço é inapagável nessa vergonhosa mancha na crônica policial: a motivação do crime. 

BENVINDOS AO ESTADO TOTALITÁRIO DE SÃO PAULO-REINO DO TUCANISTÃO COMO REFERIU UM JORNALISTA RECENTEMENTE


É a CORRUPÇÃO EM ALTAS ESFERAS DO ESTADO, como acontece na polícia, no órgão ministerial e principalmente no Judiciário, com a participação de seus agentes por ação ou omissão, que permite esses crimes.

O governo federal, infelizmente, se exime da interferência que deveria ter, atrás da desculpa mais conveniente, de que respeita o "Pacto Federativo".

Enquanto isso, a população morre feito moscas.

Este tipo de conduta adotada por um Estado totalitário, além de vergonhosa e bandida, serve como DEMONSTRAÇÃO DE FORÇA para que os que estão por baixo saibam o tamanho do poder dos que estão por cima.

Embora o esforço desenvolvido pelo Estado para que ficasse sepultada com as 5 vítimas a MOTIVAÇÃO DO CRIME, todos sabemos: foi ação de bilão, muito bem encomendada, orquestrada e encoberta porque a Cabo Andréia mexeu onde não devia e pior: confiou em quem não merecia.

Felizmente, a memória das vítimas não ficará conspurcada para sempre, porque afinal, familiares de brio e vergonha na cara, resolveram enfrentar esse Estado assassino, que extermina pessoas indesejáveis.

Sandra Paulino

Um ano depois, advogada levanta 14 mistérios sobre caso Pesseghini



Polícia e Justiça encerraram caso, mas família de Marcelo elenca pontos considerados obscuros - Amanda Mont'Alvão Veloso, do R7

Para Polícia Civil e Ministério Público, Marcelo Pesseghini é considerado autor das mortes na BrasilândiaReprodução/Facebook
Considerado encerrado pela Polícia Civil de São Paulo, o caso Pesseghini completa um ano nesta terça-feira (5) em meio a uma série de pontos considerados mal explicados pela advogada da família, Roselle Soglio.

Ela afirma que muitas informações deixaram de ser apuradas e que a polícia conduziu a investigação sob um único prisma: o de que Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13 anos, foi o culpado pela morte de pai, mãe, avó e tia-avó.
Na tabela abaixo, ela levanta 14 exemplos de considerações que justificariam a reabertura do caso, como lesões de defesa na mão de Marcelo e uma secreção encontrada na vagina da mãe, Andréia Regina Bovo Pesseghini, 36 anos, que “provalmente é de um esperma e não foi sequer encaminhada para análise”. Nas próximas semanas, a defesa irá entrar com recurso de apelação no TJ e pedir a federalização do caso.

O crime ocorreu na casa da família Pesseghini, na Brasilândia, zona norte de São Paulo. Segundo o inquérito, Marcelo matou os familiares, dirigiu até a escola e se matou ao voltar para casa. A família, no entanto, afirma que o garoto é inocente e não sabia atirar ou dirigir.

O inquérito, sob responsabilidade do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), foi enviado em julho à Vara da Infância e da Juventude do MP (Ministério Público). O MP concordou com o que foi apurado  e a Promotoria decidiu pelo arquivamento.

Polícia Civil e Ministério Público concordam que, na madrugada de 5 de agosto de 2013, o adolescente atirou nos pais — Andréia Regina Bovo Pesseghini e Luiz Macedo Pesseghini — e depois na avó materna, Benedita Oliveira Bovo; e na irmã dela, Bernadete Oliveira da Silva. Após os assassinatos, ele pegou o carro da mãe e foi dirigindo até a escola.

Ele frequentou a aula normalmente e ao voltar para casa se suicidou, com um tiro na cabeça.

De acordo com a Polícia Civil, por volta das 12h do dia 4 de agosto de 2013, um domingo, Marcelo e os pais foram até um shopping, de onde retornaram às 19h, mesmo horário em que Evaneide, tia de Marcelo, foi visitar a mãe Bernadete e a irmã Benedita, que moravam em uma casa do mesmo terreno da família Pesseghini. Nessa tarde, Marcelo telefonou para um amigo, afirmando que mataria os pais nesse dia, e perguntou como seria fugir de casa.
Por volta da 0h, vizinhos escutaram dois estampidos, com intervalos de dois a quatro segundos aproximadamente.

Em seguida, a luz da sala foi acesa, e quase dez minutos depois, outros três estampidos foram escutados com intervalos semelhantes aos primeiros. Ninguém deu importância, pensando se tratar do barulho de escapamento de motos.

Câmeras de segurança registrariam depois Marcelo estacionando o carro da mãe por volta da 1h da madrugada da segunda-feira, próximo da escola, e só saiu do veículo às 6h, para assistir às aulas. Ele estava com uma mochila nas costas.


Marcelo sofria de fibrose cística, uma doença degenerativa, sem cura e com baixa expectativa de vida. Segundo a médica Neiva Damaceno, que o acompanhava desde o primeiro ano de vida, a doença não causava nenhuma alteração no comportamento.

O psiquiatra Guido Palomba, que elaborou um laudo sobre o garoto a pedido do DHPP, afirma que Marcelo sofria de uma doença chamada encefalopatia encapsulada ou sistematizada, a qual se desenvolve por falta de oxigenação do cérebro e que no adolescente apareceu durante uma internação hospitalar. Segundo Palomba, a condição criou um território pré-disposto para que depois Marcelo tivesse desenvolvido esse delírio encapsulado ou sistematizado que o levou a cometer os crimes.

Por meio da assessoria de imprensa, a SSP (Secretaria de Segurança Pública) de São Paulo informou que "o inquérito policial já foi relatado e qualquer manifestação sobre o assunto caberá ao Poder Judiciário que, recentemente, negou o pedido de reabertura do caso, feito pela advogada dos avós paternos de Marcelo".

FONTE: ADVOGADA ROSELLE SOGLIO:

Testemunha mente em depoimento 
A principal testemunha do caso, que afirma que Marcelo Pesseghini sabia dirigir e atirar, disse que a família realizou um churrasco no dia dos assassinatos, mas ingressos de cinema comprovaram que eles passaram a tarde em um shopping center  
Testemunha se contradiz
Segundo a advogada, essa mesma testemunha dá depoimentos contraditórios: ora diz que viu a mochila de Marcelo, ora diz que não. Ele também afirma e depois nega que a porta da casa da família estivesse fechada 
Avós paternos não foram ouvidos 
Os pais do sargento da Rota Luís Marcelo Pesseghini, Maria José e Luiz Carlos, não foram chamados para depor. Eles dizem ter certeza de que o garoto é inocente e que não sabia dirigir ou atirar
A principal testemunha diz ter encontrado os corpos por volta das 18h. O laudo do IC (Instituto de Criminalística) indica que os registros de ligações do telefone de Luís Marcelo foram apagados, e o aparelho só voltou a registrar telefonemas e mensagens por volta das 18h20, o que indica que alguém apagou a agenda. Segundo a advogada, várias pessoas ligaram para Luís Marcelo ao longo do dia, mas isso não foi investigado 
Parecer psiquiátrico encomendado a profissional externo
A advogada questiona a decisão do DHPP de solicitar que o psiquiatra Guido Palomba emitisse parecer sobre a condição mental de Marcelo, uma vez que o IML e o IMESC possuem psiquiatras forenses. Ela diz que houve uma usurpação de função pública, crime previsto no artigo 328 do Código Penal, já que era necessária a negativa dos órgãos oficiais do Estado para se pensar em "convidar" um profissional para realizar um parecer técnico
Laudo psiquiátrico construído sem informações dadas por familiares
A advogada diz que o psiquiatra não ouviu os familiares da vítima, não teve acesso ao prontuário médico do examinado (por via judicial ou por familiares) e utilizou apenas as peças do inquérito fornecidas pelo delegado
Depoimentos da médica do garoto foram desconsiderados
A advogada afirma que não foram levadas em consideração as declarações da médica de Marcelo, que o acompanhou desde quando se descobriu sua doença (com meses de vida). A profissional da saúde afirma taxativamente que ele não era portador de nenhuma doença mental ou desvio de comportamento.
Imagens não foram periciadas
As imagens registradas por câmeras de segurança (17 DVDs, ao total) foram anexadas ao processo somente após o relatório final do delegado e não passaram por perícia. Dentre elas, há um vídeo que mostra um vulto saindo do carro que supostamente era dirigido por Marcelo Pesseghini 
Página no Facebook
Uma página no Facebook em homenagem ao pai de Marcelo, criada antes do horário em que os corpos foram descobertos, foi atribuída a um garoto de 15 anos que diz ter feito a publicação com outro nome. A polícia acatou justificativa. A advogada questiona por que a investigação não tentou comprovar o fato com a rede social
Mistério sobre celulares de pai e filho 
A defesa afirma que a polícia não pediu às operadoras de celular o rastreamento dos telefones de Marcelo e da testemunha do churrasco no dia 4 de agosto com bases nas torres das ERBs (Estações Rádio Base). Na investigação do assassinato da advogada Mércia Nakashima, o ex-policial Mizael Bispo, agora condenado pela Justiça, essa informação do telefone o colocou na cena do crime. 
A advogada questiona o afastamento, por problemas de saúde, do Comandante do 18º Batalhão da PM Wagner Dimas logo após dar declarações à imprensa de que o cabo da PM Andreia Pesseghini, mãe de Marcelo, teria denunciado policiais envolvidos em roubo de caixas eletrônicos
A advogada questiona as declarações do DHPP de que o local do crime fora preservado, mas os laudos necroscópicos apontam que a casa dos Pesseghini foi invadida por dezenas de pessoas, inclusive policiais
Lesões na mão de Marcelo
Marcelo apresentava lesões de defesa na mão que não foram analisadas. Além disso, o perito assinala manchas de sangue com características de espargimento (gotas projetadas com alta velocidade) na face interna da mão do garoto. Não há possibilidade de isso acontecer quando se está empunhando a arma, argumenta a advogada
Em laudo complementar, o perito relator do laudo de local afirma que, diferentemente do que consta do laudo inicial, o dedo de Marcelinho não se encontrava no gatilho da arma


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