segunda-feira, 12 de outubro de 2009

O ‘CARA’ COMPROU A OLIMPÍADA?



O ‘CARA’ COMPROU A OLIMPÍADA?
Por: Neil ‘haja grana’ Ferreira.
O governador de Tóquio, Shintaro Ishiara, acusou o Brasil de ter ‘comprado’ os Jogos Olímpicos.

Ishiara-san disse que o Cara garantiu a Sarkozy a compra de aviões por Oito bilhões de euros, os mesmos que caem aos pares no Mediterrâneo, em troca do apoio na votação do COI que escolheu o Rio de Janeiro para sediar os Jogos Olímpicos.

Sarkozy declarou-se a favor do Rio. Que “COIncidência”, não? Bem, o Sarkozy pode ter falado sem nada a ver com a prometida compra do avião francês. Vai que esse avião é a Carla Bruni. (Carla Bruni é um baita avião, mas é de fabricação italiana).

Ishiara-san afirmou que o Brasil fez “promessas encantadoras” para países da África com votos no COI, como “ofertas em dinheiro para programas sociais”. “O presidente brasileiro veio a Copenhague para seduzir os povos africanos com promessas”, afirmou Ishiara-san.

Bolsa-Olimpíada? No COI, há o consenso de que grande parte dos votos em favor do Rio de Janeiro veio do paupérrimo continente africano.

O que escrevi até aqui é notícia, não inventei nada. As palavras de Ishiara-san foram ditas numa entrevista coletiva à imprensa mundial, com pequena (ou quase nula) repercussão no Brasil. Li trechos dela no Diário do Comércio www.dcomercio.com.br, “home” do ‘MUCO’ (Museu da Corrupção), e no Caderno de Esportes do Estadão. E só.

Daqui para frente, leia com moderação.

Não é notícia, mas invenção é que não é. Pode ate ser paranóia do MANÉ aqui. Ou maldade, vinda do que os lullistas chamam de “inveja de paulista direitista, que não aceita a vitória de ‘ex-querda’ do Rio”.

A ‘ex-querda’ do Rio é o governador Sérgio ‘malandro’ e o prefeito Eduardo Paes, ambos desse partido ‘ideológico’ e ‘puro’, o PMDB do Sarney, do Renan, do Barbalho e de outros bichos cuja fisiologia só depende de um nutriente essencial: grana.

Como sou esfolado pelos impostos que sustentam as ‘bolsas-esmolas’, que dá gorjeta ‘mensalinha’ a 50 milhões de pessoas – um em cada 3,8 brasileiros – para comprar uns 20 a 25 milhões de votos para o ‘Cara’, nada me impede de acreditar no Ishiara-san.

Se comprar votos é prática comum aqui em Pindorama, por que não em Copenhague? Se o ‘Cara’ compra votos aqui, por que não os compraria lá?

Ishiara-san lembrou-me o Gerson, o Canhotinha, o da ‘Lei’ de mesmo nome e gênio da seleção de gênios, tricampeã mundial de 70. Gerson disse, há algum tempo: “Depois que o ‘Negão’ parou, todo mundo é japonês”. “Negão” é a maneira carinhosa com que nós, milhões de brasileiros, tratamos Pelé, cheios de intimidade, admiração, gratidão e amor. “Japonês” é aquele ser que é igual a todos, não se distingue um do outro.
Vai que Ishiara-san, o governador de Tóquio que falou esse ‘monte’, é "pórista do Libeldad" (traduzindo do dialeto nipo-brasileiro: “paulista da Liberdade”, bairro japonês de São Paulo) e agiu como ‘boca de aluguel’ (uma espécie cirogomesca de olhinho puxado) da paulistada invejosa e direitista, cheia de dor de cotovelo do brilho mundial do Rio ex-querdista.

Pode ser.

Mesmo depois que o Serra escreveu um belo artigo no “O Globo”, em homenagem à cidade e ao povo do Rio, ao falar do seu orgulho de brasileiro de São Paulo pela histórica escolha e garantir fazer a parte que nos toca de apoiar os atletas na caça às medalhas, os lullistas que infestam minha caixa postal com ofensas e palavrões, não deram folga. Os palavrões são a língua que eles falam e praticam no livro “Viajando com o Presidente”.

Não viram a velocista-revelação de 17 anos, que foi a Copenhague fazer lobby pelo Rio e voltou para o mesmo lugar velho de guerra de sempre, onde – coitada (no bom sentido, é claro) não tem sequer pista para treinar. Ciello, depois do festão, foi treinar na sua terra, os USA do Obama.
“Serra é um pilantra, fez o artigo porque quer os votos cariocas e daqui a pouco fará acordos com Saney, o Collor e o Renan, para catar votos no norte e nordeste”, como me escreveram.

A cadeira de quem cata votos no Rio para engordar a Coroa anoréxica, nas pesquisas, acomoda o volumoso traseiro do Cara, godfather do Sérgio ‘malandro’ e do Eduardo Paes.

E se o Serra encher a caveira de goró, perder as estribeiras, e ambicionar algum acordo com Sarney, o Collor e o Renan atrás de qualquer absurdo – votos, que sejam – terá que passar por cima do cadáver do Cara, esse sim – cabeçatroncoemembros grudados nessa santíssimatrindade – não desgruda nem a pau dos três coronéis.

De joelhos, como um escravo, beijou as mãos do nhô-nhô Barbalho – quem esqueceu leva um cascudo de castigo.

“Chorava todo mundo, ô ô, ô ô...”

NOVE vezes, o Cara chorou ensaiadas lágrimas secas no seu discurso, 2014 vezes falou que chorou as nove vezes (ou 2014 é o ano da Copa de Futebol? Sei lá, pô...). TRES vezes o sequestrador Franklin disse que chorou, “mesmo não sendo de chorar”, com aquela voz de quem está com a boca cheia de ovos quentes.

O ‘sinistro’ dos esportes, Orlando Silva e o Nuzman do COB, a dupla dinâmica do mega-superfaturamento das obras do Pan, que de 800 ‘milhas’ pularam para 4 ‘bilhas’, choraram quando o envelope abriu.
O superfaturamento pode saltar de 26 para 130 ‘bilhas’ na OLIM... PIADA. A empreiteirada, que enxerga longe e tá careca de saber como é a estória de sempre, parou o choro e salivou copiosamente no desatar do choro ‘cumpanhero’.

(O MST destrói sete mil laranjeiras “pruquê ninguém vévi dicumê só laranja, né?”. O Brasil... ZIL, ZIL, ZIL... emplaca o 75º lugar em IDH).
“Mas, agora, ninguém chora mais, chora mais, chora mais”...

HAJA, SÔ!

Dinheiro do contribuinte indo pelos ralos da E$KERDA...



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