segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

AHMADINEJAD - O ANTICRISTO

O governo do Reino Unido criticou nesta quinta-feira a decisão da emissora de TV Canal 4 de exibir uma mensagem de Natal gravada pelo presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. Para o Ministério de Relações Exteriores britânico, a mensagem é "uma ofensa internacional", pois Ahmadinejad é o autor de "uma série de péssimas declarações anti-semitas".
O discurso do iraniano foi ao ar às 19h15 desta quinta-feira (17h15 no horário de Brasília).
O Canal 4, há anos, convida uma personalidade para dar aos britânicos uma mensagem de Natal alternativa à da rainha Elizabeth 2ª. Desta vez, o presidente iraniano, que possui rixas com vários países do Ocidente, foi o escolhido, porém seu discurso não foi ao ar no horário do da rainha, mas mais tarde --o dela foi às 15h (13h no horário de Brasília).
O discurso foi gravado em persa e transmitido com legendas. Nele, Ahmadinejad disse que, se "Jesus estivesse na Terra hoje", ele "sem dúvida", "levantaria as bandeiras da justiça e do amor à humanidade em oposição àqueles que instigam guerras, que ocupam, aos terroristas e aos autores de ameaças ao redor do mundo".
"Se Cristo estivesse na Terra ele, sem dúvida, lutaria contra políticas tiranas e sistemas econômicos e políticos hegemônicos", concluiu.
Dorothy Byrne, diretora de reportagem do Canal 4, disse que o iraniano foi escolhido porque as relações com o Ocidente serão uma das grandes questões de 2009. "Nos aproximamos de um período crítico nas relações internacionais, então demos aos nossos telespectadores uma prévia de uma visão de mundo alternativa."
Consta das Sagradas Escrituras que Jesus tratou com muita paciência, desde as meretrizes até os ladrões, mas com um tipo em especial, ele tratou no chicote e entre dentes, até dizendo "Aid e vós escribas e fariseus...". A quem será que ele se dirigiria hoje?
Discurso de Ahmed Ahmadinejad, Presidente do Irã, transmitido por um canal britânico na véspera de Natal logo após o discurso de sua majestade a rainha Elizabeth II. *
Em nome de Deus, o Compassivo, o Generoso.
No aniversário do nascimento de Jesus, Filho de Maria, a Palavra de Deus, o Mensageiro da Graça, gostaria de cumprimentar os seguidores de fés abraâmicas, sobretudo os seguidores de Jesus Cristo, e o povo inglês.
O Altíssimo criou o universo para os seres humanos, e os seres humanos para Ele.
Ele criou cada ser humano com habilidade para alcançar os píncaros da perfeição. Conclamou o homem a fazer todos os esforços para viver uma boa vida nesse mundo para alcançar a vida eterna.
Nessa jornada difícil e cheia de desafios, do homem, do pó até o divino, Deus não desampara a humanidade nem a deixa entregue a ela só. Deus escolheu, dentre suas criaturas as mais excelentes, para serem Seus profetas e guiar a humanidade.
Todos os Profetas ensinam que sirvamos a Deus, que amemos nossos irmãos, que busquemos a justiça e o amor na sociedade humana. Jesus, Filho de Maria, é portador de justiça, de amor pelos seres humanos. Ensina a lutar contra a tirania, a discriminação e a injustiça.
Todos os problemas que têm atormentado a humanidade ao longo do tempo surgiram porque a humanidade escolheu um caminho do mal e esqueceu a mensagem dos Profetas.
Hoje, quando a humanidade enfrenta muitos problemas e uma sucessão de crises complexas, as causas radicais podem ser encontradas na rejeição, pela humanidade, dessa mensagem – especialmente na indiferença de alguns governos e potências, que não consideram os ensinamentos dos Profetas divinos, sobretudo os ensinamentos de Jesus Cristo.
As crises na sociedade, na família, crises de moralidade, de política, de segurança e na economia, que tornaram a vida tão dura para a humanidade e continuam a pressionar todas as nações surgiram porque os Profetas foram esquecidos, esqueceu-se o Altíssimo e alguns líderes afastaram-se de Deus.
Se Cristo voltasse hoje à terra, sem dúvida lutaria ao lado dos que se opõem à ambição do poderosos, aos que invadem e saqueiam, por ambição expansionista.
Se Cristo voltasse hoje à terra, sem dúvida ergueria a bandeira da justiça e do amor à humanidade contra os senhores-da-guerra, os que ocupam pela violência, os terroristas, os que por todo o planeta atormentam os homens e mulheres e tornam impossível a vida.
Se Cristo voltasse hoje à terra, sem dúvida lutaria contra as políticas de tirania que dominam a economia e os sistemas políticos globais, como Ele fez durante o tempo que viveu entre os homens.
A solução para os problemas de hoje é voltar a ouvir o chamamento dos Profetas divinos – foram mandados pelo Altíssimo para o bem da humanidade.
Hoje, o desejo geral de todas as nações clama por mudanças fundamentais. Essas mudanças já estão em andamento. Clama-se por mudança, clama-se por transformação, clama-se por uma volta aos valores humanos. Esses clamores escutam-se, em todas as nações do mundo.
É preciso encontrar resposta real e verdadeira a esses clamores. Pré-requisito para a mudança é encontrar novos objetivos, intenções, metas. Não basta mudar a embalagem dos mesmos objetivos de tirania e poder, para reimpô-los, em pacote mais atraente e mais falso, às nações, outra vez. O povo, desperto, erguer-se-á contra todos, outra vez.
Felizmente, hoje, quando crescem as crises e o desespero, ergue-se também uma onda de esperança. Esperança de melhor futuro, esperança de que consigamos estabelecer justiça, esperança de verdadeira paz, esperança de que surjam líderes virtuosos, que amem o povo e desejem servi-lo – isso é o que nos prometeu o Altíssimo.
Cremos que Jesus Cristo voltará, com um dos filhos do Mensageiro do Islam, para guiar o mundo na direção do amor, da fraternidade e da justiça.
Cabe aos que crêem em Cristo e nas fés abraâmicas preparar o caminho para que se cumpram as promessas divinas e para o momento em que começará essa idade de alegria, de felicidade e maravilhamento.
Espero que o desejo comum de todas as nações una-se então, nesse futuro não muito distante, e que, por graça do Divino Deus, o mundo entre nesses novos tempos.
Mais uma vez, congratulo-me com todos e com cada um, nesse aniversário do nascimento de Jesus Cristo. Rezo para que o Novo Ano seja ano de felicidade, prosperidade e irmandade entre todos os homens. Desejo a todos sucesso e felicidade."
* tradução do inglês de Caia Fittipaldi

DO BLOG:
Ahmed Ahmadinejad faz um discurso demagógico, absolutamente incoerente com suas ações no curso desse ano e nos outros, pois sempre que tem oportunidade, prega a extinçaõ do Estado de Israel e morte a todos os judeus, bem diferente de alguém que deseja realmente a paz. Nosso presidente, o apedeuta, simplesmente dá a mão ao odioso iraniano, muito longe do espírito de paz que Osavaldo Aranha demonstrou ao ceder, por voto de minerva, o território que hoje integra a nação isaraelense.

Mas falemos dos ataques promovidos por Israel na faixa de Gaza:
Quem rompeu o acordo de cessar-fogo? foi Israel? NÂO.
Foi o Hammas.
Quem pregou o tempo todo que o acordo de cessar fogo continuasse? Foi o Hammas? NÂO.
Foi Israel.
Os palestinos mataram dezenas de civis israelenses, disparando mais de 20 foguetes e a resposta de Israel que não poderia deixar de vir, até como retribuição, foram alvos apenas terroristas, matando mais de 100 pessoas.
Por conta da diferença do "produto", o Hammas contra-ataca o que era o verdadeiro contra-ataque e mata mais de 150...
Então, para não ser parcial, vou dizer que a luta fratricida é terrível, mas "quem procura, acha!". Só não posso concordar com posturas criminosamente parciais dos que dizem que Israel "trucidou" inocentes, como se os "inocentes" terroristas que armaram MAIS UMA VEZ A EMBOSCADA PARA ATAQUE PEGANDO A TODOS DESPREVENIDOS, são pessoas de bem, que estão a serviço da paz. Que paz?
A força dada por alguns países para a ideologia pró-terrorismo palestino, tão bem encoberta no discurso vazio e mentiroso de Ahmadinejad, que mostra os palestinos-vítimas, e Israel como a face do mal na Terra, é algo repugnante àqueles que desejam manter em sua consciência um mínimo de sanidade.
Nesse drama se há inocentes, são os civis de ambos os lados, que tombam e derramam seu sangue sem chance de defesa. São as crianças, os animais. Porque até mesmo os mais velhos, são responsáveis, em parte, por essa geração fascínora, que é apoiada, de um modo ou de outro, pelo que fazem, pelo seu próprio povo.
As crianças que sobreviverem, certamente serão criadas em ambiente de ódio, rancor e desejo de vingança e esse circulo vicioso não acabará nunca, enquanto a inteligência, a razão, não for a parte predominante.
Todos, dos dois lados, estão tomados por sentimentos de monstruosidade inegável e é possível, sim, parar essa máquina de ódio brutal e inescrupulosa. Basta que ambos os lados QUEIRAM, de verdade, a paz.
Ao menos aquela paz que se constrói com tolerância e faça mingüar a provocação.
Enquanto ISRAEL for atacado da maneira como o Hammas ataca, em plena vigência do acordo que não foi respeitado, está buscando o povo palestino, mais sangue, mais ódio e mais dor, para si mesmo, até a destruição.

Enquanto pessoas como Ahmadinejad, presidente do Irã, tiver liberdade para dizer, de público e sem sanções internacionais, do desejo de eliminação do estado de Israel, para negar que tenha acontecido o Holocausto e para distribuir entre seus concidadãos "Mein Kampf" de Hitler como livro de cabeceira e de uso diário, plantando literalmente as sementes do ódio contra o povo-irmão, não vai acontecr anda, a não ser mais e mais dor e sofrimento.
Se não fosse o asco que me despertou o seu discurso-de-paz, chegando ao cúmulo de citar o próprio Jesus, dizendo-o um dos filhos de Deus, teria sido uma grande piada de mau gosto e considerada de humor negro, daquele "politicamente incorreto".
Jamais ouvi de qualquer dirigente israelense os absurdos desse infeliz iraniano, como a idéia de extinguir o povo palestino, de "matar até o último palestino da face da terra".
O patrulhamento ideológico, como sempre, é uma praga, onde quer que se instale e haverá os que dirão que desejam: MORTE A ISRAEL.
Bem mais cedo do que esperam, tanto os que pregam quanto os que executam, a morte os ceifará da face da terra e deles ninguém sentirá falta.
Os que duvidam podem ler o final da história de um certo bajulador do rei, no final do livro de Esther.
Sandra Paulino

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