segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

DOAÇÃO SOB SUSPEITA

A partir do livro de Amaury Ribeiro Jr "A PRIVATARIA TUCANA", nada mais é de se estranhar no ninho do tucano, simbolo do pior exemplo de canalhice jamais vista no país, em tamanho, intensidade e capacidade de distorcer a realidade dos fatos. Tucano, originalmente, ave que embora muito bonita, é ladra dos ninhos alheios e destruidora da fauna aviária ao seu redor, é também o pior exemplo de político: desonesto, mentiroso, canalha e ladrão. Cadeia nessa gentalha diferenciada. Ai, meu Deus que nojo que eu estou desde que comecei a leitura do PRIVATARIA. Agora sou obrigada a ver piranhas nadando tranquilamente em rio cheio de crocodilos. Perverteram até as regras da natureza os malditos da tucanalha, pq agora, piranha se alia com jacaré, crocodilo, rinoceronte, e até!!! imaginem só, até com RATOS... que a maioria das hostes DEMoníacas são umas ratazanas de arrepiar... é ou não é? E ainda tem coragem de falarem os rasgados dos maltrapilhos... kd o PT numa hora dessas pra medir o tamanho do rasgo nos trapos? mendigos morais...  
Sandra Paulino e Silva

http://spce2010.tse.jus.br/spceweb.consulta.receitasdespesas2010/resumoReceitasByComite.action


(necessário informar o nome da milionária no formulário)

Ana Maria Baeta Valadares Gontijo doou R$ 8 milhões e 250 mil para a campanha tucana de 2010, como PESSOA FÍSICA. O valor é comparável a doações de grandes bancos e grandes empreiteiras.



É o recorde entre as pessoas físicas. A lei diz que as pessoas físicas podem doar no máximo 10% de seu rendimento bruto no ano anterior. Significa que ela precisa ter ganho perto de R$ 7 milhões por mês de salário ou renda em 2009 (pelo menos R$ 82,5 milhões de renda anual). Se o Brasil é capitalista, o dinheiro é dela e a lei permite, ninguém teria nada a ver com isso, ok? Não teria, se seu marido José Celso Valadares Gontijo não tivesse sido gravado por Durval Barbosa entregando pacotes de dinheiro, no mensalão do DEM (Operação Caixa de Pandora da Polícia Federal). Leia a matéria na íntegra e assista o vídeo no blog:

http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

Reproduzido da CartaMaior


2012 tucano: CPI da Privataria, e agora estranha doação milionáriaMulher de empresário flagrado em vídeo pagando propina no mensalão do DEM em Brasília fez a maior doação de uma pessoa física na eleição de 2010: R$ 8,2 milhões para a direção nacional do PSDB. Escândalo custou cargo de governador do Distrito Federal a José Roberto Arruda, o outro ‘careca’ que o presidenciável tucano de 2010, José Serra, cogitou de vice.

Da Redação

BRASÍLIA – Na expectativa de ser alvo de uma CPI na volta das férias dos deputados, por causa do livro-denúncia A Privataria Tucana, o PSDB começa 2012 com outra notícia embaraçosa. Depois de 14 meses da derrota na eleição presidencial, soube-se que o partido contou naquela campanha com uma generosidade milionária de uma socialite brasiliense cujo marido foi flagrado em vídeo pagando propina num esquema que derrubaria um governador do Distrito Federal.

Ana Maria Baeta Valadares Gontijo fez sete doações entre agosto e novembro de 2010 à direção nacional do PSDB, num total de R$ 8,250 milhões. Foi a maior contribuição de uma pessoa física naquela campanha, sendo que a última, de R$ 350 mil, foi informada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com data de 26 de novembro, quando a eleição já tinha terminado. A direção tucana declarou ao TSE ter arrecadado R$ 100 milhões em 2010.

Em tese, os recursos – os R$ 8,2 milhões de Ana Maria e os R$ 100 milhões no geral – podem ter sido distribuídos a todos os candidatos tucanos e a aliados do PSDB pelo país. Na prestação de contas do candidato do PSDB à Presidência, José Serra, entregue ao TSE, não há registro de contribuições da socialite. A maior parte foi carimbada como sendo contribuição do comitê nacional tucano.

O que há de potencial para aproximar Serra e Ana Maria é o governador que acabou defenestrado do comando do Distrito Federal por causa do “mensalão do DEM”. José Roberto Arruda, que era do DEM, perdeu o cargo depois de um auxiliar, Durval Barbosa, ter passado à imprensa gravações em áudio e vídeo que mostravam políticos recebendo e empresários entregando dinheiro. Um desses empresários era José Roberto Gontijo, sócio de empreiteiras que fazem negócios em Brasília.

A uma CPI que em 2010 investigou parte do esquema, Barbosa disse que a gravação com Gontijo mostrava o empresário pagando propina para políticos brasilienses em retribuição a uma empresa dele chamada Call Tecnologia e Serviços ter ganho licitações.

A propina recebida pelos políticos servia para comprar apoio ao então governador Arruda entre deputados do Distrito Federal, para custear a boa vida deles e para financiar campanhas futuras.

A denúncia sobre o mensalão do DEM veio à tona em dezembro de 2009. Naquele mesmo ano, Serra, que já era pré-candidato a suceder o ex-presidente Lula, mantinha boas relações com Arruda, o único governador do DEM na época e potencial candidato a vice.

Em um compromisso público em Brasília ao lado de Arruda pouco antes do escândalo, Serra chegou a brincar: “Se eu definisse algo no plano nacional e ele viesse junto, o lema seria ‘vote num careca e leve dois’”.

Nenhum tucano se manifestou sobre o assunto.










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