domingo, 23 de outubro de 2011

SEPARAÇÃO DO CASAL GERALDO E LU ALCKMIN

Boato que corre nas tropas, especialmente do PBMORUMBI, é o da separação do casal conhecido como “picolé-de-xuxu+lú-doçura” que é o homem mais sem-graça do planeta e a mulher mais superficial do Estado. Na web, um colunista fingido choraminga: “...Sentimos se for verdade a separação do Alckmim e Lu… Muito triste a noticia de possível separação de nosso Governador Geraldo Alckim e a querida Lu…” http://www.zcastel.com.br/2011/09/23/sentimos-se-for-verdade-a-separacao-do-alckmim-e-lu/

No início de setembro começaram a surgir, nos círculos sociais de São Paulo, os boatos sobre o casamento de Geraldo Alckmin e sua mulher, que estaria em crise. O disse-me-disse ganhou força recentemente, após o governador de SP aparecer sem aliança durante a assinatura do termo de liberação de R$ 1,72 bilhão para as obras do trecho norte do Rodoanel Mário Covas. Amigos mais chegados, garantem que Maria Lúcia teria deixado o Palácio dos Bandeirantes e voltado a morar no apartamento da família, no bairro do Morumbi. A primeira-dama, porém, continua aparecendo ao lado do governador em eventos públicos. A assessoria de Alckmin disse que não fala sobre a vida particular do político….

A verdade é que o governador de São Paulo, Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho, nascido em Pindamonhangaba em 7 de novembro de 1952, casado com Maria Lúcia Guimarães Ribeiro Alckmin, nascida em São Paulo em 12 de julho de 1951, precisando da imagem de casal católico diante de suas origens e do eleitorado, teve de anular um desses sacramentos religiosos católicos  para oficializar a união com Lu Alckmin que já era casada pelas leis canônicas.

Esses sacramentos quase sempre são banalizados e até mesmo são convenientes as anulações de casamentos que podem ser conseguidas em troca de dinheiro e isso não é ficção muito menos fofoca, a informação e a prática, constam de livro escrito por um ex-membro da Prelazia, o professor de matemática brasileiro Antonio Carlos Brolezzi, "Memórias Sexuais no Opus Dei" (ISBN 8576950332), onde se faz uma série de acusações graves contra a instituição católica, e onde ele acusa especificamente Geraldo Alckmin de ter recorrido ao expediente para poder se casar no rito religioso com dona Lu Alckmin. Há outras obras tão ou mais candentes sobre essas denúncias: "Opus Dei - a santa intransigência, a santa coação e a santa desvergonha” -  David Fernandes.

Presidente do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo, entidade filantrópica sem fins lucrativos, desde 2001, Dona Lú esbarrou nos primeiros problemas, seja por se deixar trair pela vaidade, aceitando favores que deveria recusar ao menos por bom-senso (como os “vestidinhos do babado”), ou por relegar ao abandono programas que vinham dando certo. O fundo tem como objetivo articular parcerias entre entidades governamentais e não-governamentais para atender às comunidades carentes. Por algum tempo, ninguém notou muito, mas Lila Covas, que entregou o cargo à Lu após a morte do marido, mantinha e depois deixou a atividade voluntária... por quê será? A Estação Especial da Lapa, com cursos, oficinas e atividades esportivas gratuitas voltadas para necessidades especiais (auditiva, física, visual, mental e múltipla) deixou de ser alvo de maior atenção.

Ao contrário, foi preciso que o próprio governador, tirasse, dez anos depois (portanto já em 2011), poder de sua própria esposa, em face das modificações absolutamente agressivas que ela vinha fazendo em centros comunitários como o Parque Fernando Costa, conhecido como Parque da Água Branca. Leia mais, na sequência.
O mais grave que o PIG* esconde, porém, é a verdadeira baixaria que essa família esconde, em escândalos e mais escândalos no vale-tudo desde que tenhamos dinheiro! A parentela da "doçura" acabou com o casamento... ou quem sabe o tenha fortalecido e tudo não passa de jogo de cena?
Sandra Paulino e Silva

A imprensa conta que a primeira-dama Lu Alckmin, foi tirada do controle do Parque da Água Branca, na zona oeste da capital, sem prévio aviso. Um decreto publicado no sábado retirou o Fundo de Solidariedade e Desenvolvimento Social e Cultural do Estado de São Paulo (Fussesp), presidido pela primeira-dama, da gestão da área verde. Lu Alckmin havia sido convocada pelo Ministério Público Estadual para prestar esclarecimentos sobre as obras que estão ocorrendo no parque. Há suspeita de que áreas tombadas corriam risco de serem alteradas e de que os serviços não tinham autorização de órgãos de preservação. Agora, a responsabilidade pelo parque é exclusivamente da Secretaria Estadual da Agricultura, que compartilhava, até sábado, a gestão da área com o Fussesp. Desde 9 de junho do ano passado, o parque tinha a gestão compartilhada entre o Fussesp e a Secretaria da Agricultura. Goldman transferiu para a Casa Civil, na qual está vinculado o Fussesp, a administração de prédios e áreas de uso comum do parque. Por meio desse ato, o Fussesp, então presidido pela mulher do ex-governador, Deuzeni Goldman, e cuja sede fica no parque, pôde iniciar uma série de obras orçadas em R$ 12 milhões e questionadas por frequentadores e pela Justiça. As obras previam a retirada de árvores nativas, troca da estrutura de concreto nas portarias, restauração de duas nascentes e novas galerias pluviais, criação de uma área exclusiva para aves, que vivem soltas, e a mais polêmica, a reforma de dois pergolados – espaços de lazer com teto vazado, tombados pelo patrimônio. Em dezembro, o Ministério Público conseguiu barrar as obras na Justiça e pediu esclarecimentos à presidente do Fussesp. A audiência seria na próxima semana. O secretário de Agricultura, João de Almeida Sampaio Filho, também foi convidado a prestar esclarecimentos. “Acho muito bom que a administração deixe de ser compartilhada”, afirmou o promotor de Meio Ambiente Washington Luís Lincoln de Assis. “Vamos reiniciar o diálogo para que não se faça mais nada no afogadilho do tempo, como foi feito no ano passado”, afirma o promotor. Ele pretende negociar a assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), em que o governo do Estado se comprometa a reparar os danos causados pelas obras ao patrimônio tombado do parque e a criar um conselho gestor da área verde com a participação de frequentadores. “A população que vai sofrer uma interferência precisa ser ouvida, e não surpreendida com uma série de modificações”, diz Lincoln de Assis.

Diálogo - Uma das coordenadoras do SOS Parque da Água Branca, Regina de Lima Pires, espera que a mudança na administração do parque surta efeito. “Não estão tendo cuidado na reforma. No fim de semana, com o parque cheio de crianças, nem havia sinalização direito num pedaço em que estavam fazendo obras de drenagem. Só havia uma fita plástica daquelas de ‘não passe’”, diz Regina. “O grande problema é que o parque, que tinha características rurais, ficou com jeito de jardim de condomínio fechado”, opina.

http://www.nossasaopaulo.org.br/portal/node/13994

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