sábado, 15 de outubro de 2011

RELIGIOSIDADE OU TORTURA?

Hoje cedo recebi mensagem de uma correspondente virtual que denunciava um manifesto e ANTES DE REPERCUTIR, fui buscar fontes. E fiquei estarrecida: como é possível se "comemorar" a maldade?
http://qbrandotabus.wordpress.com/tag/edson-portilho/Fontes: clicapiaui; ceticismo.netO que eu encontrei me chocou e se vc, leitor, for sensível a imagens fortes, não continue abrindo os links que vou postar e que aqui não são disponibilizados diretamente por respeito às vítimas e quem tem amor por toda a Criação. Só que alguém precisa fazer algo e eu proponho, além da simples indignação, que seja veiculado (por quem souber fazer) uma petição online e todos os defensores de direitos dos animais, ajudam a fazer circular na Web. O problema não é so do vereador que, além de ignorar leis universais (Deus não conta o tempo da ignorância) ainda teria manipulado a votação, mas creio que é muito maior: é de toda a comunidade gaúcha e dos cidadãos brasileiros. Se for verdade o que o manifesto conta, acerca da manipulação da votação, é preciso que seja apurado em regular processo dentro do ambiente parlamentar e encaminhado aos órgãos competentes para processo e julgamento. Confiram o caso a seguir.
Sandra Paulino e Silva

“O ex-deputado Edson Portilho e atual vereador de Sapucaia do Sul, no Rio Grande do Sul, teve a desventura de criar um projeto de lei que permite que os animais sejam torturados e sacrificados em rituais religiosos.
O parlamentar, sabendo que os protetores dos animais se manifestariam, fez a seguinte trama: marcou a apresentação para votação da lei num dia de julho, mas fez um chamado urgente e marcou a reunião às pressas, mais cedo. Os únicos avisados foram os demais deputados. Ou seja: não havia defesa.
Os animais não tiveram oportunidade de ter pessoas que os representassem. Quem poderia responder por eles? E aconteceu o que mais temíamos: houve 32 votos contra os animais e apenas 2 a favor. Os animais agora poderão ter olhos e dentes arrancados e cortados em vários pedaços para fazer o tal Banho de Sangue. Os animais que não servem mais para o ritual são mortos a sangue frio, conscientes e sem qualquer anestesia.
Por isso, vamos garantir que ele nunca mais consiga se reeleger. Divulgue, para que Edson Portilho não se eleja para mais nenhum tipo de cargo”.
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NOTA DO BLOG (23/09/2011): É importante salientar que como toda religião, há mais de uma visão dentro do Candomblé e da Umbanda e assim sendo nem todos utilizam-se de animais para seus rituais. Abaixo tem vídeos com cenas fortes de TORTURA e sacrificío de animais que geralmente são usados na alimentação humana (vocês vão entender logo abaixo) em rituais religiosos no Nepal (Hinduísmo) ,há também um vídeo que mostra um bode sendo morto a pauladas, acho que sem fim religioso, mas certamente uma maneira horrível e dolorosíssima para o animal. Divulguem esse Post nas redes sociais, comentem aqui e usem a tag #Torturaanimaisnao no Twitter.
ATUALIZAÇÃO (23/09/2011): Segundo o portal Terra o governador do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto, sancionou, com ressalvas, o projeto de lei que permite o sacrifício de animais em rituais dos cultos africanos. O projeto, proposto pelo deputado Edson Portilho (PT), altera o Código Estadual de Proteção aos Animais.
De acordo com o jornal Zero Hora, em decreto, Rigotto estabeleceu que somente animais destinados à alimentação humana poderão ser sacrificados. Com isso, segue vedado o abate de animais domésticos, como cães e gatos. Também fica proibida a utilização de espécies ameaçadas de extinção, animais silvestres e rituais com requintes de crueldade. O chefe da Casa civil, Alberto Oliveira, disse que a fiscalização para evitar que a lei seja descumprida deve se dar a partir de denúncias. Ele ressalta que cães e gatos não são utilizados nesses rituais e lembra que a umbanda não faz sacrifícios de animais. (Nota do Blog: Contradizendo alguns ‘pais de Santo’ e ‘ex-pais de santo’ que já foram em programas de TV como o Superpop admitindo que há sim sacrificios).
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O deputado estadual Edson Portilho, autor do projeto de lei que, ao inserir parágrafo único ao Código Estadual de Proteção aos Animais, permite o abate de animais em rituais religiosos, comemorou a decisão.

“Estamos todos felizes e de parabéns. Assim como os deputados, o governador, sensibilizado, entendeu que o objetivo da emenda é resguardar a liberdade de credos e que a lei não é favorável à crueldade”.O Sr Deputado Edson Portilho, do PT-RS , criou essa lei em 2003 e ela foi aprovada pela câmara e votada em regime de urgência.

Diante dos direitos e deveres individuais e coletivos garantidos na Constituição Federal no art. 5º, especificamente no Inciso VI, ” é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias “, ou do Código Penal sobre os crimes contra o sentimento religioso em seu art. 208: ” Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”, faz-se necessária a apresentação deste projeto de lei que define, em parágrafo único, a garantia constitucional que vem sendo violada por interpretações dúbias e inadequadas da Lei nº 11.915, de 21 de maio de 2003 que institui o Código Estadual de Proteção aos Animais. Face a essa dubiedade de interpretação, os Templos Religiosos de matriz africana vêm sendo interpelados e autuados sob influência e manifestação de setores da sociedade civil que usam indevidamente esta lei para denunciar ao poder público práticas que, no seu ponto de vista, maltratam os animais.
Quem já estudou um pouco de religiões alternativas sabe como funcionam as tais religiões de matriz africana, como a que o Deputado citou em seu texto:
No livro de São Cipriano (Santo da Umbanda ou algo do tipo) uma das “magias” envolve cegar um gato vivo e colocar favas em seus olhos, Ânus e outros orifícios afim de se tornar invisível. Outros livros envolve a retirada dos dentes, patas, e outras partes do corpo de animais.

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