segunda-feira, 26 de setembro de 2011

CASO NÃO RARO DE CINISMO DA OUVIDORIA DA POLÍCIA PAULISTA

O Ouvidor que diz que a maioria das reclamações segue para as corregedorias das polícias, e que estas tem como objetivo investigar e, se possível, punir abusos administrativos cometidos por agentes de segurança, é o maior de todos os responsáveis pelo VAZAMENTO DESSAS RECLAMAÇÕES, COLOCANDO EM RISCO OS DENUNCIANTES. É preciso que alguma coisa seja feita, porque, quando lhe interessa, ele próprio faz os contatos e avisa. Então, ou brincamos todos ou acabamos não com o "recreio da molecada" mas com a safadeza, o cinismo e principalmente a falta de vergonha na cara. Onde estão, por exemplo, os responsáveis pela agressão cometida contra um jovem que entrou na irgreja universal em Taubaté para urinar e sofreu TORTURA cometida por um sargento da Polícia Militar Rodoviária (3ª Cia/1BPRv) cujo comandante é o Cap PM Michelazzo e mesmo assim o coronel que comanda o policiamento metropolitano foi quem tentou dissuadir a mãe do jovem, no sentido de que o agressor seria um outro policial, aliás, que está com os dias contados na milícia bandeirante e contra quem certamente seria jogada a culpa. Vocês me dão nojo.......................
Sandra A Paulino e Silva



O ouvidor da polícia do Estado, Luiz Gonzaga Dantas, diz que é preciso haver firmeza na investigação de delitos cometidos por policiais. (sim, claro, começando por ele, deixando de ser cínico e repassar dados para os denunciados...)



Mais de 100 policiais são investigados pela Ouvidoria no Vale do Paraíba
Doze policiais estão sendo investigados por homicídio e 24 por corrupção passiva


O Vale do Paraíba teve, neste primeiro semestre, 125 policiais denunciados à Ouvidoria da Polícia do Estado de São Paulo. O órgão tem a missão de ser porta-voz da população em atos irregulares praticados pela Polícia Civil e Polícia Militar.

Doze policiais estão sendo investigados por homicídio e 24 por corrupção passiva.
Todas as denúncias feitas pelo cidadão são, automaticamente, encaminhadas para a corregedoria das polícias.
Além dessas denúncias gravíssimas, há outras preocupantes. Há 16 reclamações de má qualidade no atendimento, seis de abuso de autoridade e até um de tortura praticada por policiais da região.
No primeiro semestre de 2010, foram 117 reclamações -- sendo 47 contra policiais civis e 66 contra militares.
Em 2011, ainda foram registrados casos de infração disciplinar (oito policiais), corrupção passiva (oito), tráfico de drogas com envolvimento de policiais (seis), abuso de autoridade (seis) e homicídio (seis).


Apuração

A Ouvidoria da Polícia do Estado de São Paulo informa que dos procedimentos com denúncias instaurados no ano passado, a maioria está com processo investigativo em andamento na Corregedoria de Polícia, que tem como objetivo investigar e, se possível, punir abusos administrativos cometidos por agentes de segurança.



O ouvidor da polícia do Estado, Luiz Gonzaga Dantas, diz que é preciso haver firmeza na investigação de delitos cometidos por policiais.



“O policial representa o Estado. Quando acontece abuso de autoridade, é o Estado que está agredindo o cidadão”, afirmou.



“Mas não dá para generalizar os policiais. Não é a maioria que age fora da lei”, completou Dantas ao BOM DIA.



As denúncias chegam até a ouvidoria por e-mail, telefone, fax, carta ou até mesmo pessoalmente em sua sede, na capital paulista.



Dificuldades

Luiz Gonzaga Dantas afirmou que as reclamações mais difíceis de serem apuradas são aquelas relacionadas a corrupção e abuso de autoridade. Essas duas, aliás, em sua maioria, são feitas de maneira anônima, o que dificulta ainda mais a apuração.



“Corrupção é muito difícil. Você precisa provar o ato cometido pelo seu agente. Mas abrimos o processo, notificamos o promotor e damos sequência à apuração do caso”, concluiu o ouvidor.



Saiba como fazer uma queixa à Ouvidoria da polícia paulista

Existem três maneiras de prestar queixa à Ouvidoria da Polícia do Estado de São Paulo. O denunciante pode identificar e autoriza a sua identificação. Identificar-se, mas não autorizar a divulgação ou fazer uma denúncia anônima.



A primeira opção é a forma mais eficaz de encaminhar uma queixa, porque possibilita que ocorram resultados mais conclusivos e efetivos na fase de apuração da ocorrência.



Em alguns casos, a identificação do denunciante é imprescindível para aparecer resultados, por exemplo nos casos em que o denunciante é vítima de agressão cometida por policial civil ou militar, sempre será exigida sua manifestação para confirmar os fatos, além do exame que comprove a agressão sofrida.



Saiba como denunciar na Ouvidoria da Polícia

Para encaminhar a sua denúncia à Ouvidoria, você pode encaminha r um email para ouv-policia@ouvidoria-policia.sp.gov.br, ligar para o telefone 0800-177070 ( das 9h às 17h, mandar um fax para (11) 3291-6033, encaminhar carta à rua Japurá, 42 - Bela Vista - São Paulo - SP - CEP: 01319-030 ou ir neste mesmo endereço indicado acima, no horário das 9k às 15h. As denúncias podem ser feitas de maneiras anônima pelo usuário.

P.S. LUIZ GONZAGA DANTAS: CASO O VC QUEIRA ME PROCESSAR, PODE PEDIR AO JUIZ DA 1ªAJM, QUE JÁ É SEU VELHO CONHECIDO, QUE ELE TEM MEUS DADOS,  E ATÉ PODE LHE INDICAR O ADVOGADO QUE O ATENDE A OUTROS COMO VCS; ALIÁS, POR CONTA DE TER PERDIDO UMA QUEIXA-CRIME ONDE O JUDICIÁRIO REJEITOU SEU PEDIDO. ELE QUIS PROCESSO CONTRA MIM SOMENTE PORQUE EU REPERCUTI AQUI NO BLOG, DENÚNCIAS VINDAS DA CIDH DA OEA SOBRE OS ANTECEDENTES CRIMINAIS QUE ELE TEM, ATÉ DE HOMICÍDIO.

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