quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Tem casa caindo de monte... SP/Zona Sul, agora são 11! Sim, onze... Vale do Ribeira em conexão com PR... putz, será que a Corregedoria vai dá conta?

Alô, alô, zona sul! aqui é o bonde dos decapitados!!! Zona Sul/são 11!
E agora uma pequena dúvida: será que esse sujeito da Harley tem algo em comum com aquela gentalha sórdida lá de Taubaté? sim, aqueles "agentes da autoridade pública" que são chamados (ainda) de juízes e promotores de (in)justiça? é... aqueles mesmo! que bom que alguém sempre se lembra: tem até notícia nesse blog sobre o promotorzinho envolvido com o crime organizado do Vale do Ribeira... será que é só ele? hum... não é só ele, não!

28/5/2008 15h 16mPromotor de Justiça de Taubaté é investigado por envolvimento em lavagem de dinheiro.Foi acatado pelo Procurador Geral de Justiça o pedido de afastamento do promotor de Taubaté, Luiz Marcelo Negrini de Mattos. Ele colocou o cargo no Grupo de Prevenção e Repressão ao Crime Organizado (Gaerco), à disposição depois da divulgação de uma denúncia de que ele teria negociado carros de traficantes. “Foi uma conversa que eu mantive com a promotoria e num acordo, nós chegamos à conclusão que para a instituição mostrar uma transparência na sua administração e na minha situação, como eu não devo nada, então eu optei por colocar meu cargo à disposição do procurador”, explica o promotor de justiça Luiz Marcelo Negrini.
E agora, começou a caidêra geral... liberô geral... é carnaval, é carnaval... a casa tá caíno-grandão!

E como é que fica a grana pra continuação da mansão? ou continuações das mansões?

É... vamos aguardar, mas tem mais.

Taboão da Serra? presente!

Embu das Artes? presente!

Itapecerica da Serra? presente!

Taubaté? presente!

Jacareí? presente!

São José dos Campos? presente!

Polícia investiga negócio de carros de suposto traficante
04 de fevereiro de 2009 • 18h05 • atualizado às 18h34
Suspeito esconde o rosto durante entrevista coletiva
Raphael Falavigna/Terra
Hermano Freitas
Direto de São Paulo
A Polícia Civil de São Paulo disse que Charles Robert Dezero, 33 anos, suspeito de ser um dos maiores traficantes do País e preso ontem no Paraná, tinha um negócio autônomo de veículos importados. Segundo o delegado do Setor de Inteligência do Denarc, Wuppslander Ferreira Neto, os carros apreendidos com ele serão periciados para apurar se serviriam para o transporte de drogas. A polícia também vai investigar se o negócio tinha como objetivo lavar o dinheiro do tráfico.
"Dificilmente esse tipo de carro é revistado, por causa dos assessórios de difícil acesso", disse Ferreira Neto. O suspeito foi preso ontem em sua casa, no bairro de Bigarrilho, em Curitiba. Dezero não ofereceu resistência e a polícia não encontrou nem drogas nem armas com ele.
Com o suspeito, foram apreendidos um carro Mini Cooper, uma caminhonete Rav 4 da Toyota, uma Land Rover blindada e uma Harley-Davidson 1200 cilindradas.
Dezero tinha prisão preventiva decretada desde 2006 em São Roque, no interior de São Paulo. O suspeito também tinha passagem por tráfico no Rio de Janeiro e a polícia investiga sua atuação em outros Estados. Entre 2006 e 2007, a Operação Mansão prendeu cinco supostos integrantes da quadrilha que Dezero seria integrante e outros dois morreram.
Uma das principais características da atuação do suspeito era sua discrição. De acordo com o titular de Inteligência, Rubens Barazal, Dezero raramente usava o telefone e seu envolvimento com drogas era desconhecido até pela mulher com quem vivia. "Para ela, ele era um comerciante como outro qualquer", disse o delegado Ferreira Neto. Ainda de acordo com o Denarc, a presença de Dezero no Paraná tinha como objetivo se esconder da Justiça. O casal raramente saía, não tinha amigos e recebia apenas a família.
O suspeito fazia viagens periódicas a São Paulo e a polícia investiga se, durante o ano em que passou entre o Paraná e São Paulo, manteve sua atuação como gerente da quadrilha.

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